MARCOS REATEGUI - DC - GOVERNADOR

MARCOS REATEGUI é candidato(a) a Governador pelo DC em Amapá (AP) nas Eleições 2026.

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MARCOS REATEGUI

MARCOS JOSE REATEGUI DE SOUZA

Cargo Atual: GOVERNADOR
Número da Urna: 27
Candidatura: 2026
Pessoa Politicamente Exposta (PEP): DEPUTADO FEDERAL

Espectro político

Toque em uma faixa para entender o que ela significa

Extrema esquerda Direita conservadora

DC

Classificação editorial deste site, baseada na atuação NACIONAL do partido no Congresso e no seu programa oficial. Não é dado do TSE e não descreve a pessoa: descreve a legenda pela qual ela concorreu. Em eleições municipais e estaduais, partidos de polos opostos costumam se aliar.

Dados do candidato

Data de nascimento
06/10/1960
Gênero
MASCULINO
Estado civil
CASADO(A)
Grau de instrução
SUPERIOR COMPLETO
Ocupação declarada
SERVIDOR PÚBLICO FEDERAL
Estado de nascimento
AP

Informações declaradas ao TSE no registro da candidatura, publicadas nos dados abertos da Justiça Eleitoral.

-
Patrimônio declarado
-
Gastos de mandato
-
Presença em sessões
16
Projetos apresentados

Evolução e Histórico Político

Evolução da Votação por Eleição

Comparativo: Deputado Federal em 2018 (AP)

Votação nominal do candidato ao lado dos três mais votados no mesmo cargo, ano e unidade eleitoral.

2026 - GOVERNADOR

DC | UF: AP

Votação Obtida: Não apurado (Não apurado)

2018 - DEPUTADO FEDERAL

PSD | UF: AP

Votação Obtida: 3.759 votos (SUPLENTE)

Declaração Patrimonial Recente

Nenhum bem patrimonial declarado encontrado para este candidato.

Prestação de Contas e Gastos

Situação cadastral pública da Receita Federal, via BrasilAPI. Não indica irregularidade na despesa em si, apuração de eventual superfaturamento ou fraude cabe aos órgãos de controle.

Mandato (Gastos CEAP)

Sem despesas de mandato registradas.

Gastos de Campanha

Detalhamento por tipo de despesa
Tipo de despesa Total %
Publicidade por adesivos 2018 R$ 124.456,00 38,2%
Publicidade por materiais impressos 2018 R$ 48.840,00 15,0%
Serviços próprios prestados por terceiros 2018 R$ 43.000,00 13,2%
Cessão ou locação de veículos 2018 R$ 34.000,00 10,4%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeo 2018 R$ 27.000,00 8,3%
Correspondências e despesas postais 2018 R$ 24.426,60 7,5%
Alimentação 2018 R$ 22.000,00 6,8%
Serviços prestados por terceiros 2018 R$ 2.000,00 0,6%
Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito 2018 R$ 71,40 0,0%
Total geral R$ 325.794,00 100%
Maiores fornecedores
Fornecedor Lançamentos Total
M. P. De Carvalo - Me 2 R$ 74.456,00
J. G. Da Fonseca - Me 1 R$ 50.000,00
Printgraf Editora Grafica Ltda - Epp 12 R$ 48.840,00
Daniel Alexandre Lopes Santos Marques 1 R$ 43.000,00
J F Produções Ltda 1 R$ 27.000,00
Empresa Brasielira De Correios E Telegrafos 9 R$ 24.426,60
A B Cavalcante Junior Me 1 R$ 22.000,00
Iran Celio Soares Da Silva 1 R$ 12.000,00
Antonio Souza Nogueira 1 R$ 12.000,00
Benedita Almeida Palheta 1 R$ 5.000,00

Receitas de Campanha

Doações declaradas pelo próprio candidato/comitê ao TSE. A existência de uma doação não indica irregularidade, financiamento de campanha é lícito e regulado por lei; consulte o Tribunal Superior Eleitoral para o histórico oficial completo.

Por origem
Tipo de despesa Total %
Recursos de partido político 2018 R$ 379.000,00 99,4%
Recursos de outros candidatos 2018 R$ 1.408,45 0,4%
Recursos de pessoas físicas 2018 R$ 1.000,00 0,3%
Total geral R$ 381.408,45 100%
Maiores doadores
Doador Lançamentos Total
Direção Estadual/distrital 3 R$ 379.000,00
Eleição 2018 Davi Samuel Alcolumbre Tobelem Governador 1 R$ 1.408,45
Jose Severo De Souza Junior 1 R$ 500,00
Lielbe Araujo Da Silva 1 R$ 500,00

O que significam as siglas

PL
Projeto de Lei

Descrições conforme as listas oficiais de referência da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.

Projetos de Lei Apresentados

Ano/Número Tipo Ementa Situação
2018/10774 PL Altera o art. 2º da Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002, a fim estabelecer como marco inicial da personalidade civil a concepção do embrião vivo NAO INFORMADO
2018/11185 PL Adequa a nomenclatura utilizada pelo Código de Processo Penal à Constituição Federal, permite que qualquer cidadão oferte ação penal subsidiária da pública, aumenta o prazo para oferecimento da denúncia e prevê penalidade ao autor da ação penal que não observar o princípio da indivisibilidade. NAO INFORMADO
2016/6404 PL Altera os Decretos-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 - Código Penal, e nº 3.689, de 3 de outubro de 1941 - Código de Processo Penal, a fim de permitir que qualquer cidadão promova a ação penal privada nos casos em que o Ministério Público não ofereça denúncia no prazo legal. NAO INFORMADO
2016/6487 PL Dá nova redação ao art. 17 da Lei nº 8.429, de 2 de junho de 1992, que dispõe sobre as sanções aplicáveis aos agentes públicos nos casos de enriquecimento ilícito no exercício de mandato, cargo, emprego ou função na administração pública direta, indireta ou fundacional e dá outras providências. NAO INFORMADO
2016/6389 PL Altera o art. 5º da Lei nº 7.347, de 24 de julho de 1985, para estender às Mesas dos órgãos do Poder Legislativo e aos cidadãos a legitimidade para propor a ação civil pública. NAO INFORMADO
2015/1829 PL Altera o Estatuto do Idoso em relação à prioridade na tramitação dos processos judiciais. NAO INFORMADO
2015/3870 PL Institui o Julho Amarelo, a ser realizado a cada ano, em todo o território nacional, no mês de julho, quando serão efetivadas ações relacionadas à luta contra as hepatites virais. NAO INFORMADO
2015/2584 PL Altera a Lei nº 10.826, de 22 de dezembro de 2003, que "Dispõe sobre registro, posse e comercialização de armas de fogo e munição, sobre o Sistema Nacional de Armas - Sinarm, define crimes e dá outras providências", para permitir o porte de arma de fogo pelos integrantes dos órgãos policiais das Assembleias Legislativas dos Estados e da Câmara Legislativa do Distrito Federal. NAO INFORMADO
2015/1134 PL Altera a Lei nº 11.788, de 2008, que disciplina o estágio do estudante, a fim de dispor sobre a obrigatoriedade de concessão de intervalo quando houver prorrogação da jornada de atividade, a opção de recebimento de auxílio-transporte em dinheiro ou tíquete, os recessos proporcionais e o período de sua concessão, o pagamento pela parte concedente do estágio das anuidades e demais taxas cobradas por entidades de classe ao estagiário e a autorização para a associação de estagiários. NAO INFORMADO
2015/537 PL Obriga as empresas e produtores de florestas plantadas a destinar no mínimo 5% da sua produção de madeira em toras para a construção civil, moveleira, construção naval, etc. NAO INFORMADO
2015/2984 PL Modifica o art. 19 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000, obrigando que as empresas ligadas à televisão e ao cinema, assim como outros meios de comunicação visual, coloquem legenda em toda a sua programação. NAO INFORMADO
2015/3246 PL Acrescenta dispositivo à Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, a fim de equiparar o empregado de cooperativa de crédito ao bancário. NAO INFORMADO
2015/24 PL Concede incentivo fiscal do Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica - IRPJ às empresas para aquisição de aparelhos de surdez, próteses, órteses, e cadeiras de rodas, para doação a ONG e OSCIP, para distribuição à população carente. NAO INFORMADO
2015/2179 PL Acrescenta o art. 1.775-A à Lei n.º 10.406, de 11 de janeiro de 2002 - Código Civil. Dispõe sobre a curatela compartilhada de filhos maiores com necessidades especiais. NAO INFORMADO
2015/267 PL Altera a Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999, determinando a implementação, pelos estabelecimentos de ensino da rede pública e privada, de Programa de Ecoeficiência NAO INFORMADO
2015/2701 PL Torna obrigatória a freqüência de candidatos eleitos em cursos de formação. NAO INFORMADO

Presença e Votos em Plenário

Nenhum voto em plenário registrado para este político.

Frequência nas Sessões Ordinárias

Não há fonte pública para este cargo. A Câmara dos Deputados e o Senado publicam a atuação apenas dos próprios parlamentares; as assembleias legislativas estaduais e as câmaras municipais não mantêm base equivalente em formato aberto. A ausência de informação aqui não diz nada sobre a atuação desta pessoa.

Participação em Comissões e Órgãos Legislativos

Não há fonte pública para este cargo. A Câmara dos Deputados e o Senado publicam a atuação apenas dos próprios parlamentares; as assembleias legislativas estaduais e as câmaras municipais não mantêm base equivalente em formato aberto. A ausência de informação aqui não diz nada sobre a atuação desta pessoa.

Situação do registro da candidatura

Ano Julgamento Teto legal de gasto
2026 AGUARDANDO JULGAMENTO R$ 355.776.123,00
2018 DEFERIDO COM RECURSO R$ 2.500.000,00

Proposta de governo

Trecho extraído do documento entregue ao TSE, sem resumo nem edição. O texto integral está no arquivo original, pelo botão abaixo.

Programa de governo — eleição de 2026 32 páginas

AMAPÁ, UM NOVO TEMPO | 1
PLANO DE GOVERNO
AMAPÁ
UM NOVO TEMPO
Desenvolvimento, dignidade, oportunidades e respeito ao meio ambiente
PROGRAMA DE GOVERNO
Amapá
AMAPÁ, UM NOVO TEMPO | 2
SUMÁRIO EXECUTIVO
O Amapá possui riquezas naturais, posição geográfica estratégica, diversidade cultural, potencial
turístico, capacidade energética e um povo trabalhador. O desafio é transformar essas vantagens em
emprego, renda, serviços públicos eficientes e qualidade de vida. Este plano apresenta uma proposta
integrada para saúde, educação, segurança, proteção das famílias, desenvolvimento econômico,
agric…

Ler mais do texto

ultura, pesca, energia, turismo, petróleo e gás, infraestrutura, tecnologia, assistência social,
cultura, esporte, habitação, meio ambiente e gestão pública.
O governo colocará as pessoas no centro das decisões, com metas, prazos,
transparência e acompanhamento público.
 Apresentação e princípios
 1. Saúde - Amapá com Saúde
 2. Educação
 3. Segurança Pública
 4. Delegacia Social
 5. Desenvolvimento Econômico
 6. Agricultura, Pesca e Agroindústria
 7. Economia Verde e Projetos de Carbono
 8. Energia
 9. Turismo
 10. Petróleo, Gás e Novas Oportunidades Energéticas
 11. Infraestrutura, Transportes e Logística
 12. Tecnologia e Inovação
 13. Emprego, Empreendedorismo e Renda
 14. Assistência Social e Proteção das Famílias
 15. Cultura e Economia Criativa
 16. Esporte e Juventude
 17. Habitação, Saneamento e Cidades
 18. Meio Ambiente e Proteção dos Recursos Naturais
 19. Gestão Pública
 20. Projetos Estratégicos
 21. Governança e Acompanhamento
 Compromisso Final
AMAPÁ, UM NOVO TEMPO | 3
APRESENTAÇÃO
O Amapá possui uma das maiores áreas preservadas do planeta, acesso ao Oceano Atlântico,
localização estratégica na Amazônia, diversidade cultural e recursos capazes de abrir novas frentes de
desenvolvimento. Contudo, grande parte desse potencial ainda não se converteu em emprego, renda e
serviços públicos de qualidade para toda a população.
Nosso compromisso é inaugurar um novo tempo: um Estado que deixe de ser obstáculo e passe a ser
parceiro de quem trabalha, produz, empreende, estuda e busca uma vida melhor.
O Amapá não precisa escolher entre preservação e desenvolvimento. Precisa planejar,
organizar, inovar e criar condições para que suas riquezas beneficiem primeiro o
povo amapaense.
Princípios do governo
 Pessoas em primeiro lugar.
 Desenvolvimento econômico com responsabilidade ambiental.
 Defesa da dignidade humana e redução das desigualdades.
 Segurança jurídica para famílias, produtores e investidores.
 Valorização do trabalho, do empreendedorismo e dos servidores públicos.
 Tecnologia a serviço da população.
 Integração entre Estado, municípios, União, universidades e iniciativa privada.
 Respeito às comunidades indígenas, quilombolas, ribeirinhas e tradicionais.
 Gestão por metas, transparência e participação social.
AMAPÁ, UM NOVO TEMPO | 4
1. SAÚDE
Amapá com Saúde - uma rede integrada, humana e moderna
A saúde será estruturada como uma rede única que conectará prevenção, atendimento básico,
diagnóstico, tratamento, cirurgias, reabilitação, atendimento especializado e alta complexidade.
1.1 Hospital Universitário integrado à rede
 Integração institucional do Hospital Universitário à rede estadual.
 Ampliação de atendimentos de média e alta complexidade.
 Fortalecimento das UTIs, cirurgias e especialidades.
 Integração entre ensino, pesquisa e assistência.
 Uso do heliponto para transporte de urgência e apoio à rede de transplantes, conforme as normas
nacionais.
1.2 Hospital de Amor e combate ao câncer
 Consolidação como referência estadual em prevenção, diagnóstico e tratamento.
 Unidades móveis para mamografias, exames preventivos e rastreamento.
 Ampliação de quimioterapia, radioterapia e atendimento multidisciplinar.
 Acompanhamento psicológico e social às famílias.
1.3 Atendimento regionalizado
 Polos regionais de diagnóstico e especialidades.
 Fortalecimento de hospitais e unidades do interior.
 Transporte sanitário organizado e casas de apoio.
 Equipes itinerantes para comunidades isoladas.
1.4 Redução de filas
 Auditoria e atualização permanente das filas.
 Divulgação da posição do paciente.
 Mutirões programados e ampliação de horários.
 Busca ativa, confirmação prévia e reaproveitamento de vagas canceladas.
1.5 Saúde da mulher, da criança e do adolescente
 Pré-natal e cuidado à gestante de risco.
 Prevenção da mortalidade materna e infantil.
 Atendimento ginecológico e planejamento reprodutivo.
 Vacinação, pediatria e acompanhamento do desenvolvimento infantil.
 Saúde nas escolas e prevenção da violência.
1.6 Saúde mental, autismo e doenças raras
 Ampliação dos centros de atenção psicossocial.
 Prevenção do suicídio e atendimento de depressão e ansiedade.
 Tratamento para dependência química e apoio às famílias.
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 Centros de referência para autismo, deficiência, reabilitação e doenças raras.
1.7 Saúde indígena, ribeirinha e das comunidades isoladas
 Barcos de atendimento e equipes itinerantes.
 Telemedicina, vacinação e exames preventivos.
 Transporte de urgência e formação de agentes comunitários.
 Respeito aos costumes e diálogo com as comunidades.
1.8 Aplicativo Amapá com Saúde
Será implantada uma plataforma digital integrada, disponível por aplicativo, página na internet,
central telefônica e atendimento presencial.
 Agendamento e acompanhamento de consultas e exames.
 Posição nas filas de cirurgias e especialidades.
 Resultados de exames, receitas digitais e lembretes.
 Consulta de medicamentos e localização de unidades.
 Teleconsultas quando clinicamente indicadas.
 Acompanhamento de transporte sanitário e avaliação do atendimento.
1.9 Prontuário eletrônico e Farmácia Digital
 Histórico único do paciente, com acesso protegido.
 Integração de consultas, exames, vacinas, internações e medicamentos.
 Controle de estoques e consulta pública da disponibilidade de remédios.
 Proteção de dados e preservação do sigilo médico.
1.10 Inteligência aplicada à saúde
 Organização de filas e leitos.
 Previsão de demanda e controle de estoques.
 Redução de faltas e melhoria da distribuição de profissionais.
 Decisões clínicas sempre sob responsabilidade de profissionais habilitados.
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2. EDUCAÇÃO
Conhecimento, profissão e oportunidades
A escola deverá preparar o estudante para a cidadania, para continuar seus estudos, ingressar no
mercado de trabalho e empreender.
2.1 Alfabetização e aprendizagem
 Alfabetização na idade adequada.
 Recuperação da aprendizagem e redução da evasão.
 Melhoria em língua portuguesa, matemática e ciências.
 Formação continuada dos professores.
2.2 Escola em tempo integral
 Expansão planejada nas regiões de maior vulnerabilidade.
 Acompanhamento pedagógico, esporte, cultura, tecnologia e alimentação.
 Iniciação científica e preparação profissional.
2.3 Ensino técnico e profissionalizante
 Saúde, informática, programação, inteligência artificial e robótica.
 Cibersegurança, energias renováveis e eletricidade.
 Logística, turismo, hotelaria e gastronomia.
 Pesca, aquicultura, agricultura e agroindústria.
 Petróleo e gás, operação portuária e manutenção industrial.
 Produção audiovisual e economia criativa.
2.4 Tecnologia nas escolas
 Internet de qualidade e laboratórios.
 Bibliotecas digitais e plataformas educacionais.
 Videoconferência com universidades e centros de formação.
 Formação tecnológica para professores.
2.5 Universidade do Futuro
 Cooperação com universidades públicas e privadas.
 Ampliação de cursos ligados às necessidades do Estado.
 Formação em saúde, engenharia, tecnologia, energia, logística, turismo, educação e gestão pública.
2.6 Bolsa de Incentivo Universitário da Saúde
O Estado apoiará a formação de profissionais em áreas com falta de mão de obra na rede pública.
 Medicina, Enfermagem, Odontologia, Farmácia, Fisioterapia e Psicologia.
 Terapia Ocupacional, Fonoaudiologia, Biomedicina, Nutrição e Serviço Social.
 Radiologia, Análises Clínicas, Engenharia Biomédica, Gestão Hospitalar e tecnologias aplicadas à
saúde.
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O apoio poderá cobrir mensalidades, material didático, transporte, alimentação, moradia e estágios,
conforme regulamentação.
2.7 Contrapartida por prestação de serviço
 Atuação remunerada na rede pública após a formação e registro profissional.
 Contrato legal, salário compatível e todos os direitos assegurados.
 Prioridade para regiões com falta de profissionais.
 Compensação da obrigação pelo tempo de serviço prestado.
 Alternativas de quitação por serviço, pagamento parcelado ou combinação entre ambos.
 Quando houver ressarcimento financeiro, o percentual será razoável, previamente definido e sem
redução ilegal de salário.
2.8 Medicina e tecnologias da saúde
 Telemedicina e engenharia clínica.
 Diagnóstico por imagem e análise de dados médicos.
 Prontuário eletrônico e aplicativos.
 Robótica médica e manutenção de equipamentos.
2.9 Valorização dos profissionais da educação
 Formação continuada e melhores condições de trabalho.
 Apoio psicológico e redução da burocracia.
 Segurança nas escolas e participação nas decisões.
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3. SEGURANÇA PÚBLICA
Prevenção, inteligência e firmeza contra o crime
A política de segurança será organizada sobre prevenção, investigação qualificada e presença efetiva
do Estado.
3.1 Integração das forças
 Integração entre Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Científica, Polícia Penal e Corpo de Bombeiros.
 Cooperação com forças federais, guardas municipais e rede social.
3.2 Centro Integrado de Inteligência
 Análise criminal e compartilhamento de informações.
 Combate a homicídios, tráfico, facções e crimes de fronteira.
 Apoio permanente às operações e investigações.
3.3 Tecnologia na investigação
 Câmeras em áreas estratégicas e reconhecimento de placas.
 Drones, perícia digital e laboratórios de informática forense.
 Uso de tecnologia com respeito às leis e aos direitos fundamentais.
3.4 Polícia Científica
 Modernização de laboratórios e equipamentos.
 Genética forense, medicina legal e preservação de provas.
3.5 Fronteiras, rios e sistema prisional
 Bases integradas e patrulhamento fluvial.
 Combate ao tráfico, contrabando e crimes ambientais.
 Separação de presos conforme periculosidade.
 Inteligência penitenciária, trabalho, educação e reinserção.
3.6 Prevenção da violência
 Esporte, cultura, escola integral e formação profissional.
 Apoio às famílias e recuperação de espaços públicos.
 Programas para jovens em situação de risco.
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4. DELEGACIA SOCIAL
Programa Estadual de Prevenção da Violência Familiar e Proteção das Pessoas em
Situação de Vulnerabilidade
A Delegacia Social será um programa permanente de caráter preventivo, educativo, comunitário e
articulador, vinculado à Secretaria de Estado responsável pela assistência social.
4.1 Natureza e limites
A Delegacia Social não integrará a Polícia Civil e não exercerá investigação criminal, polícia judiciária,
persecução penal, aplicação de medidas protetivas ou funções reservadas ao Ministério Público, ao
Poder Judiciário, ao Conselho Tutelar e aos órgãos de segurança.
4.2 Princípios
 Dignidade da pessoa humana e proteção da família.
 Prioridade às crianças, adolescentes, mulheres, idosos e pessoas com deficiência.
 Prevenção da violência e atuação multidisciplinar.
 Confidencialidade, integração institucional e respeito aos direitos fundamentais.
 Mediação social apenas quando legal, segura e adequada.
4.3 Objetivos
 Prevenir a violência doméstica e familiar.
 Identificar precocemente fatores de risco.
 Orientar e acompanhar famílias.
 Encaminhar situações aos órgãos competentes.
 Promover cultura de paz e produzir dados para aperfeiçoar políticas públicas.
 Oferecer formação prática supervisionada aos estudantes participantes.
4.4 Estrutura
 Coordenação Estadual.
 Núcleos Universitários.
 Equipes Multidisciplinares de Campo.
 Conselho Técnico Consultivo.
 Rede de Parceiros Institucionais.
 Entidades religiosas e comunitárias conveniadas.
 Canais presenciais, telefônicos e digitais.
4.5 Equipes multidisciplinares
 Profissionais e estudantes supervisionados de Serviço Social, Psicologia, Direito, Pedagogia,
Enfermagem, Medicina e Terapia Ocupacional.
 Estudantes não substituirão profissionais nem exercerão atividades privativas sem supervisão.
4.6 Atendimento e encaminhamento
 Escuta inicial e orientação social.
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 Visitas técnicas e identificação de fatores de risco.
 Encaminhamento para assistência, saúde, segurança, Conselho Tutelar e Ministério Público.
 Comunicação imediata em caso de crime, risco à vida, violência sexual ou ameaça grave.
4.7 Proteção de dados e formação comunitária
 Protocolos de confidencialidade e controle de acesso.
 Campanhas, oficinas e formação de lideranças.
 Prevenção da violência nas escolas e divulgação dos canais de denúncia.
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4.8 GOVERNANÇA, EXPANSÃO, AVALIAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO PERMANENTE
4.8.1 Governança institucional
A Delegacia Social será administrada segundo princípios de eficiência, integração institucional,
transparência, responsabilidade administrativa e melhoria contínua.
A Secretaria de Estado responsável pela assistência social exercerá a coordenação estratégica do
programa, promovendo a articulação entre órgãos públicos, instituições de ensino superior e
organizações parceiras.
As decisões administrativas observarão critérios técnicos e protocolos padronizados, assegurando
uniformidade de procedimentos nos municípios participantes, sem desconsiderar as necessidades
regionais.
4.8.2 Planejamento anual
No início de cada exercício, a Coordenação Estadual elaborará Plano Anual de Ação contendo:
 municípios participantes;
 metas de expansão;
 número estimado de estudantes e profissionais participantes;
 calendário de capacitações;
 cronograma das atividades comunitárias;
 campanhas educativas;
 prioridades regionais;
 metas de desempenho.
O planejamento poderá ser revisado durante sua execução sempre que mudanças sociais, operacionais
ou orçamentárias justificarem a atualização.
4.8.3 Implantação gradual
A implantação ocorrerá de forma progressiva. Na primeira etapa, serão priorizados os municípios com
maior incidência de violência doméstica e familiar, maior densidade populacional ou maior
vulnerabilidade social, com base em indicadores públicos e diagnósticos técnicos.
A expansão observará:
 disponibilidade de instituições de ensino conveniadas;
 existência de estrutura mínima de apoio;
 capacidade operacional da Coordenação Estadual;
 disponibilidade orçamentária;
 integração com a rede local de proteção.
O objetivo será ampliar progressivamente a cobertura até alcançar todos os municípios do Estado.
4.8.4 Convênios e cooperação
A execução do programa poderá ser apoiada por instrumentos de cooperação celebrados, nos termos
da legislação, com instituições públicas e entidades privadas sem fins lucrativos.
Os instrumentos poderão contemplar:
 universidades, faculdades e centros universitários;
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 entidades comunitárias;
 organizações religiosas;
 conselhos profissionais;
 fundações e instituições de pesquisa;
 organizações dedicadas à proteção de pessoas em situação de vulnerabilidade.
Cada instrumento definirá responsabilidades, metas, mecanismos de acompanhamento, proteção de
dados, prestação de contas e critérios de avaliação.
4.8.5 Financiamento
As despesas do programa correrão por conta de dotações orçamentárias próprias, podendo ser
complementadas por recursos provenientes de:
 convênios;
 transferências voluntárias;
 fundos públicos;
 emendas parlamentares;
 cooperação técnica nacional e internacional;
 doações legalmente admitidas.
A execução financeira observará integralmente a legislação orçamentária, fiscal, de parcerias e de
prestação de contas.
4.8.6 Sistema de monitoramento
A Coordenação Estadual acompanhará continuamente o desempenho do programa por meio de
indicadores quantitativos e qualitativos.
O monitoramento permitirá:
 verificar o cumprimento das metas;
 medir a efetividade das ações preventivas;
 identificar regiões prioritárias;
 aperfeiçoar os protocolos operacionais;
 orientar decisões administrativas;
 identificar falhas e adotar medidas corretivas.
4.8.7 Indicadores de desempenho
A avaliação anual utilizará, entre outros, os seguintes indicadores:
 número de estudantes e profissionais participantes;
 instituições conveniadas;
 municípios atendidos;
 equipes em atividade;
 famílias acompanhadas;
 visitas realizadas;
 atividades educativas promovidas;
 encaminhamentos efetuados;
 percentual de situações acompanhadas que tiveram encaminhamento concluído, acesso efetivo à
rede de proteção ou redução técnica do risco identificado;
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 tempo médio de resposta aos encaminhamentos;
 grau de satisfação dos participantes;
 evolução territorial da cobertura do programa.
Os indicadores poderão ser ampliados ou aperfeiçoados por regulamento, com base na experiência
prática e em estudos técnicos.
4.8.8 Relatório anual
Ao final de cada exercício será elaborado o Relatório Anual da Delegacia Social, contendo:
 resultados alcançados;
 cumprimento das metas;
 indicadores consolidados;
 boas práticas identificadas;
 dificuldades verificadas;
 medidas corretivas adotadas;
 propostas de aperfeiçoamento;
 planejamento preliminar do exercício seguinte.
O relatório servirá como instrumento permanente de avaliação, gestão e prestação de contas da política
pública.
4.8.9 Transparência e proteção das pessoas atendidas
Serão divulgadas periodicamente informações institucionais sobre a execução do programa,
preservando-se integralmente a identidade das pessoas atendidas e quaisquer dados protegidos por
sigilo legal.
A publicidade das ações buscará estimular a participação social, fortalecer a cultura da prevenção e
permitir o acompanhamento dos resultados, sem exposição das famílias ou das vítimas.
4.8.10 Aperfeiçoamento permanente
A Delegacia Social adotará processo contínuo de revisão técnica. Protocolos, metodologias, materiais de
capacitação e procedimentos administrativos poderão ser atualizados sempre que a experiência
prática ou novas evidências indicarem necessidade de aperfeiçoamento.
As alterações relevantes serão precedidas de estudos técnicos e da manifestação do Conselho Técnico
Consultivo.
4.8.11 Resultados esperados
A implementação da Delegacia Social buscará alcançar os seguintes resultados:
 fortalecimento da prevenção como eixo das políticas de proteção familiar;
 ampliação da presença comunitária do Estado;
 maior integração entre assistência social, educação, saúde, sistema de justiça e sociedade civil;
 identificação precoce de fatores de risco;
 redução gradual da violência intrafamiliar;
 fortalecimento da rede estadual de proteção;
 formação prática de estudantes comprometidos com a cidadania;
 consolidação de uma cultura de diálogo, respeito e responsabilidade familiar;
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 utilização de informações técnicas para orientar novas políticas públicas.
4.8.12 Regulamentação e disposições finais
A Delegacia Social será implementada por meio de regulamentação própria, que disciplinará sua
organização administrativa, funcionamento, protocolos operacionais, formação das equipes, proteção
de dados, mecanismos de supervisão e demais aspectos necessários à execução do programa.
Os casos administrativos não previstos serão analisados pela Coordenação Estadual, observadas a
legislação vigente, as competências dos órgãos envolvidos e as diretrizes estabelecidas neste Plano de
Governo.
4.8.13 Compromisso de governo
A Delegacia Social representa uma mudança de paradigma na atuação do Estado. Em vez de limitar sua
presença ao momento posteri

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Redes sociais declaradas

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Mais votados nesta disputa

Comparativo: Deputado Federal em 2018 (AP)

LUIZ CARLOS
6º
Eleito neste pleito LUIZ CARLOS PSDB
14.069 votos
PATRICIA FERRAZ
7º
PATRICIA FERRAZ PR
12.950 votos
LEDA SADALA
9º
Eleito neste pleito LEDA SADALA AVANTE
11.301 votos
PROF. ZILMA
10º
PROF. ZILMA PDT
10.986 votos
TELES JR
11º
TELES JR PDT
9.998 votos
PR DIDIO
12º
PR DIDIO PRP
8.933 votos
LUCAS ABRAHAO
13º
LUCAS ABRAHAO REDE
8.600 votos
CABUÇU BORGES
14º
CABUÇU BORGES MDB
8.132 votos
PEDRO DA LUA
15º
PEDRO DA LUA PSC
7.606 votos
JORIELSON FEDERAL
16º
JORIELSON FEDERAL PR
6.828 votos
ALVARENGA
17º
ALVARENGA PSD
6.714 votos
EVANDRO MILHOMEN
18º
EVANDRO MILHOMEN AVANTE
6.452 votos
EDUARDO FLEURY
19º
EDUARDO FLEURY REDE
6.327 votos
FALCÃO O CARA DO PORTO
20º
FALCÃO O CARA DO PORTO DEM
5.303 votos

Candidatos Relacionados

Origem dos dados desta página

Todo número aqui vem de uma base pública, e cada uma tem sua própria data de atualização. Se algum dado parecer ausente ou estranho, consulte a fonte — o link leva ao órgão que a publica.

Tribunal Superior Eleitoral — Dados Abertos
Candidaturas, votação apurada, bens declarados, despesas de campanha, coligações, redes sociais, propostas de governo, cassações e situação do registro
Câmara dos Deputados — Dados Abertos
Projetos apresentados, comissões, votações nominais, presença em sessões e cota parlamentar
Senado Federal — Dados Abertos
Projetos, comissões, votações e cota do exercício parlamentar
Tribunal de Contas da União
Responsáveis inabilitados para cargo em comissão ou função de confiança
Controladoria-Geral da União — Portal da Transparência
Cadastro de empresas e pessoas inidôneas e suspensas de licitar (CEIS)
Ranking dos Políticos (ONG independente)
Nota do Conselho de Leis e selo de Parlamentar Premiado — opinião de terceiro, não dado oficial