KAROL CHAVES - PSOL - VEREADOR
KAROL CHAVES é candidato(a) a Vereador pelo PSOL em PALMAS (TO) nas Eleições 2024.
KAROLINE SOARES CHAVES
Espectro político
Toque em uma faixa para entender o que ela significa
PSOL
Federação com PSOL, Rede. A lei obriga partidos federados a votarem juntos por quatro anos, então o comportamento no Congresso é o do bloco.
Classificação editorial deste site, baseada na atuação NACIONAL do partido no Congresso e no seu programa oficial. Não é dado do TSE e não descreve a pessoa: descreve a legenda pela qual ela concorreu. Em eleições municipais e estaduais, partidos de polos opostos costumam se aliar.
Dados do candidato
- Data de nascimento
- 09/06/1981
- Gênero
- FEMININO
- Estado civil
- SOLTEIRO(A)
- Grau de instrução
- SUPERIOR COMPLETO
- Ocupação declarada
- ADVOGADO
- Estado de nascimento
- SP
Informações declaradas ao TSE no registro da candidatura, publicadas nos dados abertos da Justiça Eleitoral.
Evolução e Histórico Político
Evolução da Votação por Eleição
Comparativo: Vereador em 2024 (PALMAS / TO)
Votação nominal do candidato ao lado dos três mais votados no mesmo cargo, ano e unidade eleitoral.
2024 - VEREADOR
PSOL | UF: TO
Votação Obtida: 99 votos (NÃO ELEITO)
2022 - GOVERNADOR
PSOL | UF: TO
Votação Obtida: 2.494 votos (NÃO ELEITO)
Declaração Patrimonial Recente
Evolução do Patrimônio Declarado
| Ano | Tipo | Descrição | Valor |
|---|---|---|---|
| 2022 | Veículo automotor terrestre: caminhão, automóvel, moto, etc. | Hyundai/HB 20 1.0 Unique 2019 | R$ 56.000,00 |
| 2024 | Veículo automotor terrestre: caminhão, automóvel, moto, etc. | HB 20 Unique marca Hyundai | R$ 52.000,00 |
| 2022 | Veículo automotor terrestre: caminhão, automóvel, moto, etc. | Fiat Pálio Fire 2p 2003 | R$ 10.000,00 |
| Patrimônio total declarado (2022): | R$ 66.000,00 | ||
| Patrimônio total declarado (2024): | R$ 52.000,00 | ||
Prestação de Contas e Gastos
Situação cadastral pública da Receita Federal, via BrasilAPI. Não indica irregularidade na despesa em si, apuração de eventual superfaturamento ou fraude cabe aos órgãos de controle.
Mandato (Gastos CEAP)
Sem despesas de mandato registradas.
Gastos de Campanha
Detalhamento por tipo de despesa
| Tipo de despesa | Total | % |
|---|---|---|
| Despesa com impulsionamento de conteúdos 2022 | R$ 82.300,00 | 38,6% |
| Diversas a especificar 2022 | R$ 46.295,00 | 21,7% |
| Produção de programas de rádio, televisão ou vídeo 2022 | R$ 20.300,00 | 9,5% |
| Serviços advocatícios 2022 | R$ 20.000,00 | 9,4% |
| Atividades de militância e mobilização de rua 2022 | R$ 14.350,00 | 6,7% |
| Serviços contábeis 2022 | R$ 11.500,00 | 5,4% |
| Publicidade por materiais impressos 2022 | R$ 5.712,00 | 2,7% |
| Serviços prestados por terceiros 2022 | R$ 5.700,00 | 2,7% |
| Serviços próprios prestados por terceiros 2022 | R$ 3.279,00 | 1,5% |
| Despesas com hospedagem 2022 | R$ 1.463,50 | 0,7% |
| Publicidade por adesivos 2022 | R$ 1.080,00 | 0,5% |
| Combustíveis e lubrificantes 2022 | R$ 1.000,00 | 0,5% |
| Alimentação 2022 | R$ 108,00 | 0,1% |
| Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito 2022 | R$ 3,90 | 0,0% |
| Total geral | R$ 213.091,40 | 100% |
Maiores fornecedores
| Fornecedor | Lançamentos | Total |
|---|---|---|
| Natalia Rezende De Souza | 1 | R$ 74.800,00 |
| Piper Audio Studio | 1 | R$ 20.300,00 |
| Samara Castro Sociedade Individual De Advocacia | 2 | R$ 20.000,00 |
| Jordana Oliveira Bicalho | 1 | R$ 16.400,00 |
| Razão Linear Assessoria Contabil Ltda | 2 | R$ 11.500,00 |
| Gráfica E Editora Primavera Ltda - Me | 7 | R$ 6.792,00 |
| Karlany Soares Chaves | 1 | R$ 5.990,00 |
| Francisco Nogueira Chaves | 1 | R$ 5.990,00 |
| Débora De Oliveira Bicalho | 1 | R$ 5.500,00 |
| Evag Comunicação E Tecnologia Ltda | 1 | R$ 5.000,00 |
Receitas de Campanha
Doações declaradas pelo próprio candidato/comitê ao TSE. A existência de uma doação não indica irregularidade, financiamento de campanha é lícito e regulado por lei; consulte o Tribunal Superior Eleitoral para o histórico oficial completo.
Por origem
| Tipo de despesa | Total | % |
|---|---|---|
| Recursos de partido político 2024 | R$ 39.992,00 | 15,6% |
| Recursos de outros candidatos 2024 | R$ 2.631,57 | 1,0% |
| Recursos de partido político 2022 | R$ 213.285,92 | 83,0% |
| Recursos próprios 2022 | R$ 1.000,00 | 0,4% |
| Total geral | R$ 256.909,49 | 100% |
Maiores doadores
| Doador | Lançamentos | Total |
|---|---|---|
| Direção Nacional | 2 | R$ 223.285,92 |
| Direção Municipal/comissão Provisória | 4 | R$ 29.992,00 |
| Maria Lucia Soares Viana | 1 | R$ 2.631,57 |
| Silvio De Souza | 1 | R$ 1.000,00 |
Projetos de Lei Apresentados
Não há fonte pública para este cargo. A Câmara dos Deputados e o Senado publicam a atuação apenas dos próprios parlamentares; as assembleias legislativas estaduais e as câmaras municipais não mantêm base equivalente em formato aberto. A ausência de informação aqui não diz nada sobre a atuação desta pessoa.
Presença e Votos em Plenário
Nenhum voto em plenário registrado para este político.
Frequência nas Sessões Ordinárias
Não há fonte pública para este cargo. A Câmara dos Deputados e o Senado publicam a atuação apenas dos próprios parlamentares; as assembleias legislativas estaduais e as câmaras municipais não mantêm base equivalente em formato aberto. A ausência de informação aqui não diz nada sobre a atuação desta pessoa.
Participação em Comissões e Órgãos Legislativos
Não há fonte pública para este cargo. A Câmara dos Deputados e o Senado publicam a atuação apenas dos próprios parlamentares; as assembleias legislativas estaduais e as câmaras municipais não mantêm base equivalente em formato aberto. A ausência de informação aqui não diz nada sobre a atuação desta pessoa.
Situação do registro da candidatura
| Ano | Julgamento | Teto legal de gasto |
|---|---|---|
| 2024 | DEFERIDO | R$ 125.001.437,00 |
| 2022 | DEFERIDO | R$ 622.608.216,00 |
Proposta de governo
Trecho extraído do documento entregue ao TSE, sem resumo nem edição. O texto integral está no arquivo original, pelo botão abaixo.
UM FUTURO DE
DIREITOS PARA
OS TOCANTINENSES
O Estado do Tocantins é o mais novo dentre os 26 estados do Brasil,
e tem, até o presente momento, uma história de contraste entre um
povo constituído de mulheres e homens trabalhadores, cheio de so-
nhos e coragem para realizá-los, e, ao mesmo tempo, instabilidade
política, corrupção e descaso com esse povo por parte dos gover-
nantes. Esse povo em toda sua diversidade e potencial almeja paz e
a dignidade de uma vida justa.
Nesse momento de profundo sofrimento em razão da fome, pobreza,
carestia e rebaixamento das condições de vida, propo…
Ler mais do texto
mos ações
emergenciais. Para a re-construção e avanço da qualidade de vida
dos tocantinenses propomos não apenas um modelo de gestão da
máquina pública em um mandato, mas a construção de um projeto
de longo prazo junto com a população tocantinense, hoje, pelo direi-
to à moradia, à comida de qualidade na mesa, à saúde, a emprego
digno, educação conectada com as urgências do nosso tempo, à
cultura, lazer e ao meio ambiente conservado para as próximas ge-
rações: pelo direito ao futuro!
Equipe PSOL Tocantins
POR UMA ECONOMIA
DO A SERVIÇO DOS
TOCANTINENSES
Com o intuito de contribuir para a for-
mulação de um novo projeto econô-
mico, mais inclusivo, ambientalmente
responsável e que recupere o cres-
cimento econômico com geração de
empregos, apresentamos o conjunto
de propostas a seguir. As propostas
visam contribuir para a construção de
uma saída para a crise no econômica
no estado a curto prazo e a constru-
ção de outras medidas estruturantes:
Desenvolver programas de Geração
de Emprego e Renda e fomentar a cen-
tralidades de bairro, apoiando ações
de desenvolvimento local e iniciativas
populares de economia solidária, cria-
tiva, ecológica e circular.
Pactuar um plano de incentivos pú-
blicos - em qualificação profissional e
infraestrutura - de forma que estejam
alinhados e dialogados com os com-
promissos de investimentos empre-
sariais, criando assim sinergias entre
a oferta de trabalho qualificado com a
demanda por mão de obra específica.
Fortalecer a economia solidária e a
agroecologia, por meio de ações estru-
turantes de investimentos em meios
de trabalho, qualificação, assessoria
técnica e estímulo a sua integração
e organicidade, com a criação de um
Instituto de Transição Agroecológica
Solidária.
Negociação emergencial da dívida
das famílias: é preciso a renegociação
das dívidas das pessoas superendivi-
dadas de forma a garantir um mínimo
existencial para elas; estabelecer pra-
zos de carência, taxas de juros meno-
res e parcelamentos amplos; perdão
parcial ou redução do estoque da dí-
vida para os trabalhadores desempre-
gados e de menor renda e possibilida-
de de renegociação ampla das dívidas
dos microempresários cadastrados no
SIMPLES, com anistia dos juros e mul-
tas.
Fortalecer as feiras populares, em es-
pecial da agricultura familiar e do pe-
queno produtor, inclusive evoluindo
para a criação de um mercado munici-
pal permanente;
Considerar e potencializar as voca-
ções das regiões e suas particularida-
des, como centro logístico de serviços,
do turismo e de um circuito anual de
eventos.
CRESCIMENTO ECONÔMICO E ECO-
NOMIA SOCIOAMBIENTAL
Investimentos em infraestrutura ge-
ram respostas rápidas nas taxas de
emprego, se constituindo em elemen-
to relevante para uma retomada mais
rápida do crescimento. Neste sentido
propõe-se:
Retomada imediata dos investimentos
estaduais em infraestrutura, prezando-
-se pela transparência no uso destes
recursos, bem como da implantação
dos projetos já existentes, respeitando
com rigor a legislação ambiental e os
povos tradicionais.
Estruturação de um órgão para elabo-
rar continuamente projetos de inves-
timentos em infraestrutura, com par-
ticipação dos órgãos de classe e da
sociedade civil.
Criação de programa estadual para o
desenvolvimento e aprimoramento da
infraestrutura das escolas estaduais
de forma descentralizada, com ênfase
nos fornecedores locais.
POLÍTICA INDUSTRIAL,
POLÍTICA ENERGÉTICA
O desenvolvimento de um setor pro-
dutivo tecnologicamente sofisticado
deve estar atrelado também a políti-
cas para o fortalecimento das cadeias
agroindustriais e industriais de peque-
na escala, sobretudo como forma de
aumentar a interiorização da atividade
industrial e descentralizar a atividade
econômica do estado da monocultura.
Estabelecer os marcos para a cons-
trução de uma nova política de desen-
volvimento industrial para o Tocantins,
através da criação de um conselho,
para a sua formulação que envolvam
as associações representativas dos
trabalhadores da indústria e dos pro-
fissionais da área de ciência e tecnolo-
gia; bem como sejam garantidas a par-
ticipação das populações tradicionais
que vivem nos territórios impactados
pelas políticas de desenvolvimento in-
dustrial.
Definir eixos de atuação das políticas
de desenvolvimento produtivo, volta-
dos para a solução de problemas his-
tóricos no Tocantins, como mobilidade
urbana, escassez de bens de consu-
mo coletivo, saneamento básico, crise
ambiental e saúde pública.
Criar uma estratégia estadual para a
ampliação do investimento em infraes-
trutura, com ampliação do investimen-
to público e interligada à construção
de uma política para compras públicas
e encomendas tecnológicas.
Definir metas de médio prazo e diretri-
zes para a construção de uma política
científica, tecnológica e de inovação
com vistas a implementar uma econo-
mia de baixo carbono.
Criar um plano estadual para o fomen-
to da produtividade de pequenas e
médias empresas, cooperativas e as-
sociações, ampliando o crédito dire-
cionado.
UM PROGRAMA
PARA E COM
AS MULHERES
TOCANTINENSES
A abordagem da questão das mulhe-
res considerará toda sua diversidade,
observando a paridade nas instâncias
de formulação, planejamento e exe-
cução da política urbana e no campo,
além de outras medidas como a garan-
tia de vagas em creches para atender
a demanda especialmente de pessoas
que precisem trabalhar e/ou estudar, o
efetivo combate à violência contra a
mulher, apoio, integração e investimen-
tos na implantação de atendimento e
acolhimento das mulheres e criação
de políticas efetivas para garantir mo-
radia, saúde, assistência e geração de
renda, segurança nos espaços de la-
zer e educação. O avanço da dignida-
de e autonomia salarial das mulheres
passa por uma reforma na concepção
da lógica dos cuidados, seja na distri-
buição de tarefas familiares e de repro-
dução da vida, seja na participação do
Estado através de políticas públicas
que permitam a mulheres, sobretudo
mães, dedicarem tempo ao lazer e à
formação educacional e profissional.
Portanto, é necessário estabelecer
pontos primordiais, como:
1) Educação sexual em unidades es-
colares e de saúde básica, incluindo
regiões rurais e comunidades tradicio-
nais, abordando a prevenção à violên-
cia sexual, doméstica e de gravidezes
precoces ou indesejadas. Saúde re-
produtiva para além da lógica mater-
no infantil e assegurando a escolha ou
abstenção do uso de contraceptivos.
2) Dignidade menstrual para pessoas
em vulnerabilidade social.
3) Acesso a contraceptivos e aborto
legal pelo SUS e a ampliação de hos-
pitais de referencia para este serviço.
4) Assegurar o Aborto previsto na le-
gislação de forma segura.
5) Criação da Secretaria Estadual de
Políticas para as Mulheres;
6) Fortalecer as Políticas Públicas para
as mulheres em sua diversidade, ga-
rantindo a efetivação de um Plano Es-
tadual para os Direitos das Mulheres;
7) Ampliar as políticas públicas para o
enfrentamento das desigualdades, en-
fatizando: o enfrentamento à violência
contra as mulheres sejam as violên-
cias institucionalizadas ou a violência
doméstica e intrafamiliar;
8) Capacitar de forma contínua as/os
profissionais do sistema de segurança
pública, do SUS, do SUAS, da Educa-
ção, e outros;
9) Construir, fomentar e divulgar perio-
dicamente indicadores sociodemográ-
ficos, quantitativos e qualitativos, so-
bre temas tais como saúde, segurança
pública, educação, assistência social
levando em consideração a diversida-
de das mulheres com relação a raça e
etnia e diversidade sexual;
10) Garantir a efetivação da igualdade
mulheres dos povos tradicionais, indí-
genas, campesinas, imigrantes e refu-
giados;
12) Colaborar na regularização dos ter-
ritórios dos povos indígenas e quilom-
bolas e sugerir que a titularização das
terras seja em nome das mulheres;
13) Criar e implementar a nível Estadual
o Programa Nacional de Capacitação
e Formação Política para as mulheres
com vistas a fomentar a ampliação e
fortalecimento das mulheres nos es-
paços de poder e decisão, asseguran-
do a formação política para as mulhe-
res em suas comunidades, de forma
inclusiva e sob responsabilidade dos
movimentos sociais, partidos políticos
e do Estado. Esta formação deve privi-
legiar abordagens sobre o empodera-
mento das mulheres;
14) Elaborar projetos e programas de
caráter permanente que visem esti-
mular a participação das mulheres na
gestão de políticas públicas nos car-
gos de liderança, nas entidades repre-
sentativas, movimentos sociais, nos
conselhos e associações;
15) Criar fóruns permanentes de mulhe-
res, com encontros itinerantes e sis-
têmicos, para a discussão de pautas
para o enfrentamento das desigual-
dades de gênero, formação política e
estímulo à presença e à participação
ativa das mulheres em espaços de
poder, observando-se os marcadores
relacionados a questão étnica, racial,
orientação sexual e identidade, territo-
rialidade, deficiência e outros;
16) Garantir a criação de mecanismos
de igualdade de cargos e salários na
administração Estadual para ambos os
gêneros ;
17) Concretizar os projetos de cons-
trução da Casa da Mulher Brasileira
no Estado e aprimorar a proteção às
mulheres em situação de violência e
os mecanismos da rede estadual que
contribuam para efetivação da aplica-
ção da lei Maria da Penha;
18) Garantir moradia popular para as
mulheres chefe de família;
19) Criar cotas de habitação para mu-
lheres vítimas de violência;
20) Apoiar projetos para capacitação
de profissionais da Rede de Atendi-
mento às mulheres em situação de
violência, considerando as especifi-
cidades das Mulheres Rurais, Quilom-
bolas, de Matriz Africana, Ciganas, In-
dígenas, Mulheres Negras, Mulheres
com Deficiência, Mulheres lésbicas e
bissexuais, transexuais, Mulheres Ido-
sas e Profissionais do Sexo;
21) Garantir programas de promoção
de cursos profissionalizantes para mu-
lheres em presídios, abrigos e casas
de recuperação;
22) Promover debates sobre a refor-
mulação dos planos municipais e es-
taduais de educação e promover a in-
clusão de educação anti sexista, anti
lesbofóbica e anti racista, de acordo
com os marcos legais;
23) Contribuir nas estratégias de va-
lorização de profissionais da Rede
de Educação, conforme a Lei Federal
11.738/2008, garantindo oportunidades
de capacitação e conscientização so-
bre direitos humanos e de cidadania,
relações de gênero e questões raciais/
étnicas, de modo que seu aprendizado
se aplique na pedagogia escolar e en-
riqueça as interações com as famílias
e comunidades.
24) Criação de restaurantes comuni-
tários geridos por cooperativas locais
com unidade campo-cidade como me-
dida emergencial de enfrentamento à
fome e geração de renda.
25) Criar o Programa de Reconheci-
mento de Tempo de Serviço por Traba-
lhos de Cuidado, em que os períodos
dedicados ao cuidados doméstico
sejam contabilizados para aposenta-
doria, sendo aptas a reclamar os be-
nefícios pessoas responsáveis pela
manutenção dos cuidados com a casa
da família e responsáveis pelos cuida-
dos com as crianças, pessoas com
deficiência e dependentes por condi-
ção de saúde e mães beneficiárias de
programas assistenciais parentais.
MULHERES CAMPONESAS
A área rural estadual deve ser conce-
bida como diversa - indígenas, sem
terras, assentadas da reforma agrária,
extrativistas, quebradeiras de coco,
trabalhadoras assalariadas, agriculto-
ras, meeiras, quilombolas, pescado-
ras- que necessitam de políticas emer-
genciais e um plano agroecológico.
1) Acesso à terra e defesa do território
camponeses e tradicionais, erradica-
ção da destruição ambiental e racista
derivada da mineração, hidrelétricas e
agronegócio.
26) Criar secretarias especiais no es-
tado, que possam construir junto com
as mulheres rurais políticas públicas
de fortalecimento da organização eco-
nômica.
27) Retomar e ampliar a Política Na-
cional de Agroecologia e a aprovação
imediata do Programa para banir o uso
de agrotóxicos.
28) Assistência técnica e extensão ru-
ral específica para as mulheres com
fundamento agroecologico e econo-
mia solidária feminista.
29) Criar política pública de conserva-
ção e resgate de sementes crioulas.
30) Crédito e fomento à produção das
mulheres rurais.
VIDAS NEGRAS
IMPORTAM: A LUTA
ANTIRRACISTA É
ESTRATÉGICA
O racismo é um dos alicerces da explo-
ração e da opressão no Brasil, reafir-
mamos o compromisso estratégico do
Psol com a luta antirracista e nos colo-
camos como instrumento útil para dar
visibilidade às reivindicações e pautas
do movimento negro. Por isso neste
ponto nos somamos a agenda de exi-
gências ao Estado Brasilero elaborada
pela Coalizão Negra por Direitos:
1. A erradicação da pobreza, enfren-
tamento às políticas neoliberais e ao
desmonte do Estado de Direitos, bem
como o enfrentamento das desigual-
dades étnico-raciais e a distribuição
equitativa de recursos públicos;
2. O fim do desemprego, do subem-
prego e da precarização do trabalho
da população negra, a inserção de
mulheres negras e homens negros no
mercado de trabalho decente, livre de
discriminação racial, com igualdade
salarial, garantia de direitos trabalhis-
tas, assistência e previdência social,
bem como a promoção da geração de
renda e acesso a crédito;
3. A garantia de direitos trabalhistas,
assistência e previdência social às
trabalhadoras e aos trabalhadores do-
mésticos e informais e a valorização
do salário mínimo;
4. A defesa dos direitos humanos, so-
ciais e políticos da população em si-
tuação de rua, de ampla maioria negra
em todo país, e das pautas defendi-
das por seus movimentos, na exigên-
cia de garantia de políticas públicas
de proteção contra a criminalização e
a violência; de garantia de integração
real à sociedade a partir da inclusão
no processo de recenseamento, ofer-
ta de moradia e emprego, socialização
de egressos do sistema carcerário e
saúde pública para dependentes quí-
micos;
5. A garantia do direito à creche, es-
sencial às crianças e às mães traba-
lhadoras;
6. Garantia do direito e preservação da
infância negra, que permita que meni-
nas negras e meninos negros tenham o
direito de ser crianças; combate a todo
e qualquer processo de uso de estere-
ótipos, criminalização, sexualização e
exploração do trabalho infantil; Enfren-
tamento às tentativas de redução da
maioridade penal; Defesa contundente
do Estatuto dos Direitos da Criança e
do Adolescente;
7. A luta pela manutenção da vida de
negras e negros e a busca pela liber-
dade efetiva dos nossos corpos, o que
inclui assegurar direitos sexuais e re-
produtivos e não exposição livre do ra-
cismo institucionalizado e da violência
obstétrica;
8. A efetivação do direito à saúde, com
a manutenção e aperfeiçoamento do
Sistema Único de Saúde (SUS), consi-
derando as especificidades da saúde
da população negra, conforme defini-
do no Estatuto da Igualdade Racial e
estabelecido pela Política Nacional de
Saúde Integral da População Negra,
com aplicação dos recursos neces-
sários, combate ao racismo institucio-
nal e investimento na promoção dos
saberes das comunidades de terreiro,
de práticas de cuidado e autocuidado,
no acesso às tecnologias em saúde,
na prevenção e promoção da saúde e
ambiente saudável, com atenção es-
pecial à saúde mental;
9. A preservação, proteção, certifica-
ção e titulação, como garantias de pro-
priedade e reconhecimento coletivos
dos territórios quilombolas, assegu-
rando recursos orçamentários para a
elevação da qualidade de vida nesses
quilombos e comunidades tradicionais
de matrizes africanas; a proteção do
patrimônio genético de comunidades
quilombolas e tradicionais; além da di-
fusão dos modos de vidas comunitá-
rios e ancestrais reconhecidos como
patrimônio por suas práticas e sabe-
res;
10. A garantia do direito de consulta pré-
via, livre e informada às comunidades
quilombolas, dos rios, das florestas e
de terreiro, de acordo com a Conven-
ção 169 da Organização Internacional
do Trabalho (OIT), a respeito de todas
as medidas legislativas e administrati-
vas que afetem direta ou indiretamente
seus direitos, sobretudo aquelas rela-
cionadas a grandes empreendimentos
que afetam seus territórios e modos de
vida;
11. O direito à educação pública, gra-
tuita, laica e de qualidade, em todos
os níveis de ensino, com continuidade
das leis de cotas e outras políticas de
ação afirmativa voltadas ao acesso e
à permanência de estudantes negras
e negros nas universidades, institui-
ções de ensino básico, técnico e tec-
nológico, concursos públicos, sistema
de justiça e sua extensão a programas
de pós-graduação, estágios, residên-
cias, concursos docentes e bolsas de
iniciação científica, mestrado, douto-
rado, pós-doutorado e a outras formas
de acesso aos processos de pesquisa
e desenvolvimento;
12. A efetivação e o monitoramento,
desde a educação infantil, do cumpri-
mento do artigo 26A da Lei de Diretri-
zes e Bases da Educação Nacional,
da Resolução 01/2004 do Conselho
Nacional de Educação e das Diretri-
zes Nacionais Curriculares para o en-
sino de História e Cultura Africana e
Afro-Brasileira e para a Educação das
Relações Étnico-Raciais, que torna-
ram obrigatório, em todos os níveis de
ensino, o estudo da história e cultura
africana e afro-brasileira, a partir da Lei
10.639/2003;
13. A garantia da oferta de educação
escolar quilombola, respeitando-se as
diretrizes específicas já estabelecidas
e as realidades dessas comunidades;
14. A oferta de educação de jovens e
adultos a pessoas negras, tanto para
a alfabetização de toda a população,
como na promoção da escolarização
alternativa ao ensino regular, que aten-
da às demandas específicas das dife-
rentes fases da vida de negras e ne-
gros;
15. A cobrança da coleta, análise, pu-
blicação e disseminação de dados
estatísticos confiáveis em níveis local,
regional e nacional sobre a população
negra, baseadas no princípio da auto-
-declaração; a defesa do Censo 2020,
incluindo a dotação orçamentária ade-
quada para sua realização, sem cortes
relacionados à produção de indicado-
res fundamentais à elaboração de po-
líticas sociais, de ações afirmativas e
eliminação das desigualdades étnico/
raciais;
16. A criação de uma nova política/lei
nacional de drogas que regule e des-
criminalize o uso e comércio de dro-
gas no Brasil, estabelecendo políticas
econômicas de reparação para pesso-
as, famílias e territórios atingidos pela
guerra às drogas e investindo em es-
tratégias de cuidados tal qual as políti-
cas de redução de danos;
17. O fim da militarização das políticas
de segurança pública em nossas co-
munidades, para que se coíba o uso
da violência racial que tem produzido
altos índices de homicídios contra a
população negra; a promoção de polí-
ticas de segurança pública baseadas
em Direitos Humanos;
19. A erradicação do racismo ambiental
com promoção de políticas que garan-
tam o acesso universal das popula-
ções urbanas e rurais à moradia digna,
à cidade, à terra, à água potável, ao sa-
neamento básico; bem
Redes sociais declaradas
Endereços informados pelo próprio candidato no registro da candidatura. O TSE não verifica esses links, e este site também não — podem estar desatualizados ou fora do ar.
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Nenhuma matéria externa foi localizada para este candidato.
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