PAULO HENRIQUE - PT - PREFEITO
PAULO HENRIQUE é candidato(a) a Prefeito pelo PT em DURANDÉ (MG) nas Eleições 2024.
PAULO HENRIQUE PAIVA
Espectro político
Toque em uma faixa para entender o que ela significa
PT
Federação com PT, PCdoB, PV. A lei obriga partidos federados a votarem juntos por quatro anos, então o comportamento no Congresso é o do bloco.
Classificação editorial deste site, baseada na atuação NACIONAL do partido no Congresso e no seu programa oficial. Não é dado do TSE e não descreve a pessoa: descreve a legenda pela qual ela concorreu. Em eleições municipais e estaduais, partidos de polos opostos costumam se aliar.
Dados do candidato
- Data de nascimento
- 05/11/1967
- Gênero
- MASCULINO
- Estado civil
- CASADO(A)
- Grau de instrução
- SUPERIOR COMPLETO
- Ocupação declarada
- ADVOGADO
- Estado de nascimento
- MG
Informações declaradas ao TSE no registro da candidatura, publicadas nos dados abertos da Justiça Eleitoral.
Evolução e Histórico Político
Comparativo: Prefeito em 2024 (DURANDÉ / MG)
Votação nominal do candidato ao lado dos três mais votados no mesmo cargo, ano e unidade eleitoral.
2024 - PREFEITO
PT | UF: MG
Votação Obtida: 2.063 votos (NÃO ELEITO)
Declaração Patrimonial Recente
| Ano | Tipo | Descrição | Valor |
|---|---|---|---|
| 2024 | Construção | CONSTRUÇÃO EM ANDAMENTO EM NOME DE TERCEIROS (FILHOS) | R$ 350.000,00 |
| 2024 | Terreno | DIREITOS SOBRE 2 LOTES | R$ 80.000,00 |
| 2024 | Terreno | 12,5% DE UM LOTE DE 480,00 m² | R$ 50.000,00 |
| 2024 | Veículo automotor terrestre: caminhão, automóvel, moto, etc. | VW GOL 1.6 CONFORTILINE | R$ 45.800,00 |
| Patrimônio total declarado (2024): | R$ 525.800,00 | ||
Prestação de Contas e Gastos
Situação cadastral pública da Receita Federal, via BrasilAPI. Não indica irregularidade na despesa em si, apuração de eventual superfaturamento ou fraude cabe aos órgãos de controle.
Mandato (Gastos CEAP)
Sem despesas de mandato registradas.
Gastos de Campanha
Sem despesas de campanha registradas.
Receitas de Campanha
Doações declaradas pelo próprio candidato/comitê ao TSE. A existência de uma doação não indica irregularidade, financiamento de campanha é lícito e regulado por lei; consulte o Tribunal Superior Eleitoral para o histórico oficial completo.
Por origem
| Tipo de despesa | Total | % |
|---|---|---|
| Recursos de partido político 2024 | R$ 53.692,54 | 90,4% |
| Recursos de pessoas físicas 2024 | R$ 5.200,00 | 8,8% |
| Recursos próprios 2024 | R$ 500,00 | 0,8% |
| Total geral | R$ 59.392,54 | 100% |
Maiores doadores
| Doador | Lançamentos | Total |
|---|---|---|
| Direção Estadual/distrital | 16 | R$ 53.692,54 |
| Niverso Simão | 1 | R$ 3.000,00 |
| João Sanches Ferreira | 1 | R$ 1.000,00 |
| Julio Maria Barbosa | 1 | R$ 700,00 |
| Izabel De Oliveira De Melo Ilario | 1 | R$ 500,00 |
| Paulo Henrique Paiva | 1 | R$ 500,00 |
Projetos de Lei Apresentados
Não há fonte pública para este cargo. A Câmara dos Deputados e o Senado publicam a atuação apenas dos próprios parlamentares; as assembleias legislativas estaduais e as câmaras municipais não mantêm base equivalente em formato aberto. A ausência de informação aqui não diz nada sobre a atuação desta pessoa.
Presença e Votos em Plenário
Nenhum voto em plenário registrado para este político.
Frequência nas Sessões Ordinárias
Não há fonte pública para este cargo. A Câmara dos Deputados e o Senado publicam a atuação apenas dos próprios parlamentares; as assembleias legislativas estaduais e as câmaras municipais não mantêm base equivalente em formato aberto. A ausência de informação aqui não diz nada sobre a atuação desta pessoa.
Participação em Comissões e Órgãos Legislativos
Não há fonte pública para este cargo. A Câmara dos Deputados e o Senado publicam a atuação apenas dos próprios parlamentares; as assembleias legislativas estaduais e as câmaras municipais não mantêm base equivalente em formato aberto. A ausência de informação aqui não diz nada sobre a atuação desta pessoa.
Situação do registro da candidatura
| Ano | Julgamento | Teto legal de gasto |
|---|---|---|
| 2024 | DEFERIDO | R$ 15.985.076,00 |
Proposta de governo
Trecho extraído do documento entregue ao TSE, sem resumo nem edição. O texto integral está no arquivo original, pelo botão abaixo.
PLANO DE GOVERNO.
(TRABALHAR, CUIDAR E RESPEITAR).
COLIGAÇÃO “JUNTOS SOMOS MAIS.” (PT – UNIÃO BRASIL).
DURANDÉ – 2.024
Acreditamos que todo cidadão durandeense, do mais jovem ao mais idoso, traz
dentro de si muitos sonhos de realizações e conquistas para nosso povo e nosso
Município.
Porém, tudo não passará de sonhos, se não fizermos nada para realizá-los. Mas
acreditamos que quando nos propomos lutar por eles, por mais difíceis que pareçam
ser, nossos sonhos começam a se tornar reais.
Acreditando nisso e contando com o apoio de todos, cremos que será possível
fazer um Municípi…
Ler mais do texto
o cada vez melhor para vivermos.
Para tanto, apresentamos a seguir nosso Plano de Governo, que não é algo
pronto e acabado, mas que aponta nossas diretrizes que, discutidas, planejadas e
adaptadas oportunamente junto com a população, farão com que possamos escolher
nossas prioridades e realizar nossos sonhos e conquistas que levarão Durandé à
prosperidade e nosso povo a viver dias melhores.
Seguem as propostas.
01) AGRICULTURA. Sabemos que a esta é a base econômica de nosso Município.
Cientes disso, propomos colocar como prioridade a agricultura, o(a) agricultor(a) e os
trabalhadores(as) desse setor. Entre nossas propostas, destacamos:
• Estabelecer um planejamento e um calendário para patrolar e melhorar a qualidade
das estradas antes do início da colheita do café, para facilitar o transporte dos(as)
trabalhadores(as), bem como o escoamento da produção;
• Em parceria com as entidades do setor, criar programas para prevenção de doenças
ligadas às atividades rurais, com campanhas e cursos que possibilitem melhor
esclarecimento para os produtores e trabalhadores, sobre o uso correto dos produtos
e equipamentos utilizados no setor agrícola;
• Em parceria com as entidades e todos os envolvidos no setor, promover a
comemoração do dia do trabalhador rural, com diversas atividades e atrações
relacionadas ao trabalho no campo;
• Ampliação da Secretaria de Agricultura com funcionários capacitados e com
atendimento ao agricultor em suas diversas demandas, tais como ITR, CCIR, IMA, CAR,
cartão de produtor, assistência técnica, inovação tecnológica, cursos diversos
relacionados ao setor, etc.;
• Incentivar e diversificar mais a agricultura familiar, com apoio e ampliação da Feira
da Agricultura Familiar;
• Implementação de projetos de melhoramento genético do rebanho no município;
• Oferecer cursos sobre técnicas modernas de cultivo, gestão agrícola e
sustentabilidade;
• Prover suporte organizacional e logístico para produtores, facilitando o acesso a
mercado; e,
• Criar na Secretaria de Agricultura uma sala de agronegócios, possibilitando ao
produtor obter informações atualizadas sobre os mais diversos assuntos envolvendo a
atividade rural, bem como sobre mercado e etc.;
•Criar um programa municipal para apoiar agricultores na transição para a agricultura
orgânica, bem como um selo de qualidade.
02) ANIMAIS. NA CIDADE QUE QUEREMOS, ANIMAIS NÃO PODEM FICAR
ABANDONADOS. A cidade que queremos deve reconhecer e acolher todos os seus
habitantes, incluindo todas as espécies de animais que compartilham conosco este
espaço. A população brasileira está cada vez mais consciente da importância de
proteger os animais. Com mais de 77 milhões de animais em lares brasileiros, a saúde
humana e a dos animais estão interligadas. A ciência comprova que a exploração
animal, bem como a caça e o desmatamento, contribuem para o surgimento de
doenças zoonóticas. A defesa dos direitos e da proteção dos animais de todas as
espécies não é apenas uma questão de compaixão, mas também de saúde pública e
ambiental. Apresentamos uma proposta abrangente para a inclusão dos direitos
animais na agenda pública municipal, detalhando as ações necessárias para o sucesso
de cada iniciativa, com a inclusão de sugestões adicionais:
• Criação de uma coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa dos Animais,
subordinada à Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente.
• Participação intersetorial: Institucionalização de um conselho municipal e de outros
mecanismos permanentes de participação social com diferentes órgãos públicos,
tutores, sociedade civil, ONGs e protetores independentes na construção e
implementação da agenda.
• Competências e recursos orçamentários: Definição formal de responsabilidades e
verbas específicas para cada ação da agenda, garantindo a efetividade das medidas e a
transparência na gestão dos recursos.
• Plano Plurianual de Gestão (PPAG): Planejamento estratégico de longo prazo com
metas e indicadores específicos para o bem-estar animal.
• Fundo municipal: Estruturação de um fundo municipal para a defesa dos animais,
com destinação de recursos e com a possibilidade de captação de recursos.
• Ampliação do acesso à castração: Realização de mutirões de castração em diferentes
regiões do município, priorizando áreas de maior vulnerabilidade social e populacional
de animais. Parcerias com ONGs, clínicas veterinárias e Faculdades, para oferecer
preços acessíveis e atendimento de qualidade.
• Diagnóstico detalhado: Realização de um estudo abrangente para identificar os
principais problemas da situação dos animais no município, considerando aspectos
como abandono, maus-tratos, acesso à saúde e controle populacional ético.
• Protocolos e processos integrados: Ação conjunta entre diferentes poderes e órgãos
para garantir a proteção dos animais, com foco na prevenção, investigação e punição
de crimes contra os animais.
• Campanhas educativas: Conscientização sobre a guarda responsável e os benefícios
da castração, abordando temas como saúde animal, controle populacional,
comportamento e bem-estar. Prevenção da procriação indesejada e do abandono de
animais, enfatizando a importância da guarda responsável e da adoção consciente.
• Adoções: Incentivo a realização de eventos de adoção regulares e campanhas de
adoção responsável, priorizando animais em situação de vulnerabilidade e
promovendo a integração com a comunidade.
03) COMPROMISSOS COM A ASSISTÊNCIA SOCIAL. O Sistema Único de Assistência
Social (SUAS), veio para materializar o conteúdo da Política Nacional de Assistência
Social, efetivando os artigos 6º, 203 e 204 da Constituição Federal de 1988, e seu
regulamento na Lei Orgânica de Assistência Social – LOAS (Lei nº 8.742/1993). O SUAS
se expandiu ao estruturar uma ampla oferta de serviços, programas, projetos e
benefícios socioassistenciais. Essas iniciativas visam garantir a proteção social,
abrangendo as dimensões de segurança de renda, acolhimento, convívio familiar,
comunitário e social, desenvolvimento e autonomia, bem como a segurança de
sobrevivência diante de riscos e calamidades. Os municípios brasileiros executam a
grande maioria da rede de serviços do SUAS composta por 8.583 Centros de
Referência de Assistência Social – CRAS; 2.868 Centros de Referência Especializados de
Assistência Social – CREAS; 9.500 Unidades de Cadastro Único; 30 mil acolhimentos de
pessoas em situação de rua e 7.360 com maior concentração na Região Sudeste,
seguida das Regiões Sul e Nordeste. Atualmente são cerca de 55 milhões de
beneficiários do Programa Bolsa Família, 96,6 milhões de pessoas estão inscritas no
Cadastro Único (CadÚnico) para os Programas Sociais do Governo Federal e mais de
100 milhões de benefícios transferidos com impacto positivo na economia, por meio
da transferência de R$ 14,1 bilhões por mês e aproximadamente R$ 168 bilhões/ano.
Outro impacto social positivo é o Benefício de Prestação Continuada – BPC que
permite a distribuição de renda (1 salário-mínimo mensal) para aproximadamente 5,8
milhões de pessoas, entre idosas e pessoas com deficiência, ultrapassando R$ 85
bilhões por ano. Para viabilizar o acesso dessa população aos benefícios
socioassistenciais, é necessário investir na expansão e qualificação da rede de serviços
socioassistenciais. O compromisso do nosso governo será o de efetivar, expandir e
qualificar as ofertas do SUAS, ampliando os direitos sociais e a proteção social, pelo
protagonismo do nosso município, na superação da fome, da pobreza e das
desproteções sociais. Apresentamos a seguir diretrizes para o fortalecimento do SUAS,
a superação da fome e da pobreza, com um elenco de propostas que devem servir de
referência para as plataformas de nosso programa de governo.
• Garantir estrutura administrativa formal para a gestão do Cadastro Único no SUAS,
com um setor de Recursos Humanos qualificado para fortalecê-lo como instrumento
de planejamento para a gestão Municipal.
• Maior cobertura de serviços por meio da expansão e qualificação das Unidades
Públicas de Assistência Social;
• Destinação de recursos do Tesouro municipal ao Fundo Municipal de Assistência
Social para a sustentabilidade do SUAS, manutenção e expansão dos serviços,
programas, projetos e benefícios socioassistenciais, conforme as necessidades das
famílias;
• Organização de equipes interdisciplinares em quantidade suficiente para a prestação
qualificada de serviços, e com efetivação de políticas de valorização do trabalho e do
trabalhador;
• Implantação do Programa de Educação Permanente do SUAS, para formação
continuada das/os trabalhadoras/ es e conselheiras/os de assistência social, para
alcançar os resultados do trabalho social com as famílias e comunidade local;
• Capacitação de Conselhos Populares Locais de Assistência Social, para fortalecer o
acompanhamento e a avaliação da política de assistência social, contribuindo no
processo democrático e na qualidade dos serviços prestados à população, bem como
para identificar potencialidades para o desenvolvimento de projetos e ações que
promovam direitos, renda e qualidade de vida no Município;
• Ampliação da rede de atendimento à mulher em situação de violência, com
implementação de programas específicos que visam a redução da desigualdade de
gênero;
• Reordenamento da Rede de Proteção à Criança e ao Adolescente, contemplando
outros públicos e intensificando a participação das demais políticas públicas e
articulação com o Conselho Tutelar;
• Implantação de Programas de fomento da autonomia voltados à juventude,
trabalhadores informais, desempregados e mulheres;
• Implantação de serviços em conjunto com saúde mental para atendimento de
pessoas que demandam atenção especializada, bem como o desenvolvimento
conjunto de serviços domiciliares que possam apoiar as famílias que vivem os cuidados
contínuos com um ou mais membros familiares;
• Buscar a universalização do acesso à água e ao saneamento básico; e,
• Buscar recursos para desenvolvimento do programa Minha Casa Minha Vida.
04) COMBATE A FOME. Há muito tempo ficou para trás no mundo todo, a ideia
equivocada da fome como problema individual, cuja responsabilidade cairia somente
sobre os ombros daqueles que passam por essa indigna experiência. A fome é
reconhecida como problema público, social e estrutural. Por isso, deve ser combatida
pelos municípios, pelos estados, pelo governo federal e pela sociedade civil. A política
de Segurança Alimentar e Nutricional (SAN), no entanto, vai além do combate à fome.
A SAN envolve a busca por sistemas alimentares mais sustentáveis e ações, programas
e políticas relacionados à produção de alimentos saudáveis, ao acesso a alimentos e à
água de qualidade, ao consumo de alimentos, à educação alimentar e nutricional, aos
preços dos alimentos e à redução do desperdício de alimentos. A Lei Orgânica de
Segurança Alimentar e Nutricional (LOSAN), de 2006, instituiu o Sistema Nacional de
Segurança Alimentar e Nutricional, o SISAN, com os objetivos de formular e
implementar políticas e planos de SAN e estimular a integração dos esforços entre
governo e sociedade civil. A população brasileira, quatro anos depois, conquistou a
inclusão do Direito à Alimentação como direito irrevogável na Constituição Federal.
Assim, propomos aqui as seguintes diretrizes para o nosso Município de Durandé:
• Plantio de árvores frutíferas em escolas públicas, praças, canteiros e terrenos
públicos, com a participação da comunidade, e fomento ao plantio em espaços
privados;
• Promoção de Feiras Populares e das Feiras da Agricultura Familiar;
• Campanhas de promoção da alimentação saudável;
• Feira de Orgânicos ou Feiras Agroecológicas, espaço para barracas e feiras, apoiando
a criação e manutenção de feiras com produtos sem veneno e quitandas, onde se
vendem alimentos in natura e minimamente processados, grãos e produtos da
agricultura familiar;
• Garantia de alimentação de qualidade e supervisionada para a rede escolar;
• Incentivo à criação de hortas comunitárias em espaços públicos ou privados que
sejam cedidos, com fornecimento de sementes, água e energia;
• Criação do Conselho Municipal de SAN (COMSEA), importante órgão consultivo
vinculado ao gabinete do Prefeito, composto por Secretários Municipais e
organizações da sociedade civil, reunidos para articular e integrar os programas e
ações e garantir que ninguém passe fome em nosso Município;
• Adesão ao programa federal de SAN (Segurança Alimentar e Nutricional);
• Implantação de Equipamentos Públicos com apoio do governo federal, como o Banco
de Alimentos e a Horta Comunitária; e,
• Adesão ao Brasil Sem Fome (BSF), que prevê a meta de tirar o país do Mapa da Fome
até 2030.
05) COMUNICAÇÃO. Embora boa parte das iniciativas institucionais para garantir uma
comunicação democrática no País dependa de políticas públicas nacionais, é possível
desenvolver iniciativas de comunicação no âmbito municipal com foco na
conscientização da população sobre seus direitos. O governo municipal deve atuar no
sentido de maior democratização dos meios, transparência e facilitação do acesso à
informação, com diversidade e pluralidade das fontes e de opiniões. Nossas diretrizes
são:
• Garantir a inclusão digital nas áreas urbana e rural, como fator indispensável para a
inclusão social e desenvolvimento econômico;
• Contribuir para ampliar a pluralidade e diversidade de fontes de informação no
município, reconhecendo a comunicação como direito humano essencial à liberdade
de expressão;
• Combater a desinformação e as ‘fake news’;
• Utilizar a Comunicação institucional como ferramenta de conscientização dos direitos
da população e democratização da gestão municipal, com transparência das ações e
programas do governo;
• Garantia de acesso da população durandeense às informações e serviços públicos,
bem como participação popular na definição, monitoramento e implementação das
políticas públicas municipais;
• Implementar de fato no âmbito municipal a Lei de Acesso à Informação (Nº
12.527/2011), garantindo que a prefeitura e secretarias municipais, se comprometam
a responder às demandas no prazo legal (5 dias);
• Assegurar o máximo de transparência e interatividade nos portais da prefeitura e da
Câmara Municipal, possibilitando que o cidadão e a cidadã acessem as principais
informações sobre a gestão e utilizem os serviços remotos de gestão (matrículas,
certidões, alvarás, consultas médicas, exames), com acolhimento de suas dúvidas,
críticas, sugestões e elogios;
• Implementar Centrais de Atendimento aos cidadãos e cidadãs de nosso Município;
• Investir na comunicação via plataformas de redes sociais mais utilizadas no
Município de Durandé e utilizá-las para o estabelecimento de um diálogo mais rápido e
uma escuta frequente com a população;
• Criar uma Coordenadoria Municipal de Comunicação e dialogo com a população,
vinculada ao Gabinete do Prefeito;
• Fortalecer as mídias públicas, comunitárias, populares, independentes e alternativas,
estabelecendo um percentual mínimo na destinação das verbas públicas de
publicidade para rádios comunitárias, jornais populares, blogs e sites alternativos;
• Promover programas e iniciativas voltadas para a formação e alfabetização digital,
incluindo escolas, Casa de Cultura, lan houses e praças do conhecimento;
• Adquirir e distribuir microcomputadores para escolas públicas municipais e ao
mesmo tempo ampliar a oferta de banda larga gratuita no município por meio de
acesso sem fio em grande escala, com a criação de telecentros e postos de conexão; e,
• Apoiar a radiodifusão comunitária.
06) CULTURA. O Ministério da Cultura voltou e, com ele, devemos partir da
reafirmação das bases do processo civilizatório que a cultura possibilita. O setor
cultural no Brasil emprega 5,5 milhões de pessoas, equivalentes a 5,6% do total de
ocupados no País. Ao longo de 32 anos, mais de 55 mil projetos culturais receberam
investimentos pela Lei Rouanet e geraram um retorno de R$ 1,59 para cada R$ 1,00
investido. O momento é o de fortalecer as possibilidades de construção social e
legados que a cultura oferece. Para isso, propomos como diretrizes básicas para nosso
Município:
• Adesão ao Sistema Nacional de Cultura (SNC), possibilitando a formulação de um
planejamento para essa gestão pública, de modo a respeitar a estrutura dos elementos
do SNC conforme a Lei 14.835/2024, que “Institui o Marco Regulatório do Sistema
Nacional de Cultura (SNC), para garantia dos direitos culturais, organizado em regime
de colaboração entre os entes federativos para gestão conjunta das políticas públicas
de cultura”;
• Institucionalização do Sistema Nacional de Cultura por meio da ampla participação
do município, com a garantia de fontes de repasses pelo governo federal;
• Promoção e apoio de atividades culturais às crianças, jovens, adultos e melhor idade;
• Criar e incentivar políticas públicas de cultura que fomentem e financiem atividades
na cidade e comunidades rurais, possibilitando também a participação de grupos sem
figura jurídica, com repasses via CNPJ e CPF;
• Criar uma política pública que possibilite o desenvolvimento e a formação de grupos
e atividades culturais em nosso Município;
• Promover, incentivar e viabilizar a realização das festas e atividades culturais
tradicionais em nosso Município; e,
• Apoio aos artistas locais, com realização de eventos que promovam e possibilitem a
participação de artistas de nosso Município.
07) ECONOMIA CIRCULAR E RESÍDUOS SÓLIDOS. A RECICLAGEM, no limite, permite
que o produto possa ser usado indefinidamente sem perder significativamente suas
características. O produto mais reciclável que existe é o vidro. Entre os metais, o
alumínio é o mais reciclável. A Cosipa e a Gerdau surgiram para reciclar ferro-velho,
cujo termo não existiria se a atividade de reciclar não fosse economicamente
significativa.
É fundamental implementar a coleta seletiva em três frações, separando recicláveis,
orgânicos e rejeitos. A ampliação da reciclagem requer a contratação direta e a
promoção de investimentos públicos em espaços de trabalho e equipamentos
destinados aos que trabalham no setor ou à cooperativa de catadores. Propomos
também a construção de uma central municipal de resíduos sólidos, que deve também
ser gerida por uma cooperativa, ampliando a produtividade na separação de resíduos
recicláveis.
- Implementar a biodigestão, que permite que a fração orgânica seja reaproveitada na
produção de compostos de qualidade que podem ser empregados tanto no
enriquecimento e recuperação de solos, para a produção de alimentos, jardinagem e
conservação ambiental.
- Criação e poio às associações e cooperativa de reciclagem por equipes técnicas com
atribuição exclusiva e estrutura adequada para dar suporte a catadores de materiais
reutilizáveis e recicláveis (Lei 12.305/2010);
- Empregar o poder de compra do município no fomento aos produtores locais;
- Classificar os itens da compra municipal de bens e serviços realizados pelos distintos
órgãos do governo, segundo a probabilidade de que possam vir a ser atendidos por
fornecedores locais, dentro de um marco legal e regulatório bem definido;
- Priorizar a escolha dos empreendedores locais, no forn
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