PROF RITA - PT - PREFEITO

PROF RITA é candidato(a) a Prefeito pelo PT em JAGUARIÚNA (SP) nas Eleições 2024.

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PROF RITA

RITA DE CASSIA NASCIMENTO

Cargo Atual: PREFEITO
Número da Urna: 13
Candidatura: 2024

Espectro político

Toque em uma faixa para entender o que ela significa

Extrema esquerda Direita conservadora

PT

Federação com PT, PCdoB, PV. A lei obriga partidos federados a votarem juntos por quatro anos, então o comportamento no Congresso é o do bloco.

Classificação editorial deste site, baseada na atuação NACIONAL do partido no Congresso e no seu programa oficial. Não é dado do TSE e não descreve a pessoa: descreve a legenda pela qual ela concorreu. Em eleições municipais e estaduais, partidos de polos opostos costumam se aliar.

Dados do candidato

Data de nascimento
04/07/1965
Gênero
FEMININO
Estado civil
DIVORCIADO(A)
Grau de instrução
SUPERIOR COMPLETO
Ocupação declarada
PROFESSOR DE ENSINO FUNDAMENTAL
Estado de nascimento
RJ

Informações declaradas ao TSE no registro da candidatura, publicadas nos dados abertos da Justiça Eleitoral.

R$ 39.387,92 (2024)
Patrimônio declarado
-
Gastos de mandato
-
Presença em sessões
0
Projetos apresentados

Evolução e Histórico Político

Comparativo: Prefeito em 2024 (JAGUARIÚNA / SP)

Votação nominal do candidato ao lado dos três mais votados no mesmo cargo, ano e unidade eleitoral.

2024 - PREFEITO

PT | UF: SP

Votação Obtida: 1.200 votos (NÃO ELEITO)

Declaração Patrimonial Recente

Ano Tipo Descrição Valor
2024 Veículo automotor terrestre: caminhão, automóvel, moto, etc. CITROEN C3 90M TENENCE ANO ¿ 2014, PLACA FHU 9861 R$ 37.106,00
2024 Depósito bancário em conta corrente no País ITAU AGENCIA 8507 CONTA 0016113-4 R$ 1.258,71
2024 Depósito bancário em conta corrente no País NUBANK R$ 693,08
2024 Depósito bancário em conta corrente no País BANCO RADESCO AGENCIA 1296 CONTA 364567-3 R$ 330,13
Patrimônio total declarado (2024): R$ 39.387,92

Prestação de Contas e Gastos

Situação cadastral pública da Receita Federal, via BrasilAPI. Não indica irregularidade na despesa em si, apuração de eventual superfaturamento ou fraude cabe aos órgãos de controle.

Mandato (Gastos CEAP)

Sem despesas de mandato registradas.

Gastos de Campanha

Sem despesas de campanha registradas.

Receitas de Campanha

Doações declaradas pelo próprio candidato/comitê ao TSE. A existência de uma doação não indica irregularidade, financiamento de campanha é lícito e regulado por lei; consulte o Tribunal Superior Eleitoral para o histórico oficial completo.

Por origem
Tipo de despesa Total %
Recursos de partido político 2024 R$ 40.817,30 84,4%
Recursos próprios 2024 R$ 5.000,00 10,3%
Recursos de financiamento coletivo 2024 R$ 1.080,00 2,2%
Recursos de pessoas físicas 2024 R$ 840,00 1,7%
Recursos de outros candidatos 2024 R$ 614,16 1,3%
Total geral R$ 48.351,46 100%
Maiores doadores
Doador Lançamentos Total
Direção Nacional 3 R$ 40.817,30
Rita De Cassia Nascimento 1 R$ 5.000,00
Queroapoiar.com.br 2 R$ 1.080,00
Eleicao 2024 Claudia Snell De Melo 1 R$ 614,16
Mariana Xavier De Carvalho 1 R$ 450,00
Rodolfo Castro De Vasconcell 1 R$ 250,00
Keila Cristina Dos Santos 1 R$ 140,00

Projetos de Lei Apresentados

Não há fonte pública para este cargo. A Câmara dos Deputados e o Senado publicam a atuação apenas dos próprios parlamentares; as assembleias legislativas estaduais e as câmaras municipais não mantêm base equivalente em formato aberto. A ausência de informação aqui não diz nada sobre a atuação desta pessoa.

Presença e Votos em Plenário

Nenhum voto em plenário registrado para este político.

Frequência nas Sessões Ordinárias

Não há fonte pública para este cargo. A Câmara dos Deputados e o Senado publicam a atuação apenas dos próprios parlamentares; as assembleias legislativas estaduais e as câmaras municipais não mantêm base equivalente em formato aberto. A ausência de informação aqui não diz nada sobre a atuação desta pessoa.

Participação em Comissões e Órgãos Legislativos

Não há fonte pública para este cargo. A Câmara dos Deputados e o Senado publicam a atuação apenas dos próprios parlamentares; as assembleias legislativas estaduais e as câmaras municipais não mantêm base equivalente em formato aberto. A ausência de informação aqui não diz nada sobre a atuação desta pessoa.

Situação do registro da candidatura

Ano Julgamento Teto legal de gasto
2024 DEFERIDO R$ 108.317.924,00

Proposta de governo

Trecho extraído do documento entregue ao TSE, sem resumo nem edição. O texto integral está no arquivo original, pelo botão abaixo.

Programa de governo — eleição de 2024 63 páginas

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AMA DE NO
BOULOS

FEDERAÇÃO BRASIL DA ESPERANÇA

PT PcdoB PV

BASTA DOS MESMOS!


JAGUARIÚNA 2024




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SUMÁRIO
Frentes de discussão por áreas e temas prioritários

INTRODUÇÃO
ASSISTÊNCIA SOCIAL
CULTURA
DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA
1. Combate ao racismo
2. Diversidade de gênero e igualdade
3. Infância, juventudes e terceira idade
4. Migrantes
5. Mulheres e igualdade de gênero
6. Pessoas com deficiência
ECONOMIA
ECONOMIA, TRABALHO E RENDA
EDUCAÇÃO
ESPORTE E LAZER
FUNCIONALISMO PÚBLICO
INCENTIVO À LEITURA
INFRAESTRUTURA
MEIO AMBIENTE
MOBILIDADE…

Ler mais do texto

URBANA
PLANEJAMENTO TERRITORIAL E HABITAÇÃO
POLÍTICA DE DROGAS E REDUÇÃO DE DANOS
POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE RUA
SAÚDE
SEGURANÇA PÚBLICA E DIREITOS HUMANOS
TRANSPARÊNCIA, PRESTAÇÂO DE CONTAS E CONTROLE SOCIAL
TURISMO
FINANCIAMENTO DAS PROPOSTAS APRESENTADAS





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O POVO NO GOVERNO DE JAGUARIÚNA

´ INTRODUÇÃO
Jaguariúna é uma das cidades mais ricas dentre as da Região Metropolitana de Campinas,
contando com orçamento de quase 700 milhões de reais por ano e renda per capita de cerca de
235 mil reais. Com uma população de 59.347, cerca de 28% da população tem renda per capita
de ½ salário mínimo, aproximadamente 16.800 pessoas, e 3,7% da população ganham salário
mínimo, cerca de 2.200 pessoas (IBGE 2022). Nitidamente há um desnível socioeconômico e
nenhuma política pública, até o momento, apresentou a preocupação de equilibrar e diminuir essa
enorme desigualdade social que se impõe. Sem falar os invisíveis, que não aparecem nas
estatísticas, tais como os moradores em situação de rua e os migrantes sem documentação.
Estamos enfrentando uma emergência social, sanitária, ambiental e climática de escala
global, relacionada ao modo predatório de produção e consumo vigentes. Não dá para aceitar que,
diante de números tão superlativos e sendo Jaguariúna uma cidade ativa para fazer a diferença,
siga marcada por extremos socioeconômicos.
A pandemia de 2020 evidenciou, aprofundou e escancarou fragilidades antes ocultas - o
abandono e a desigualdade gritantes - pela falta de proximidade do poder público com a realidade
social do município.
Nossa cidade vem sofrendo com um crescimento populacional também consequência da
especulação imobiliária e incoerente com o ritmo de investimento na infraestrutura. A cidade segue
num ritmo de abandono no que diz respeito a moradias populares para moradores de baixa renda,
uma vez que a contemplação com 115 casas pelo governo federal em 2024 não anula a
discrepância em que se coloca o povo periférico, esquecido pelo poder público municipal.
Jaguariúna está numa crescente escalada de profundas desigualdades. É por isso que não se
pode mais aceitar que a cidade seja governada do mesmo jeito e que a Prefeitura siga dando as
costas à enorme parcela da sociedade que vive esquecida nos bairros mais afastados. São muitas
décadas de alternância no poder entre famílias que dominam a política e o poder econômico na
cidade centralizando os investimentos mais em bairros centrais que periféricos. Até o presente
existe um projeto político de exclusão de boa parte da população, que encontra respaldo na
administração estadual, mas não em âmbito federal, já que o governo do Presidente Lula apoia e
embasa nosso plano de governo, preocupado com a justiça social.
Além da habitação, áreas prioritárias como saúde e educação estão totalmente esquecidas.
Na saúde, a fila de espera no atendimento primário e a grande espera para exames têm atingido a
cada dia uma parcela maior da população. A educação vem sendo marcada pela terceirização,



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pela exclusão dos mais vulneráves do processo de ensino e pela transformação dos problemas
escolares em doenças de alunos. Uma realidade inaceitável, cujo enfrentamento exige coragem. A
cidade precisa de respostas rápidas e que serão dadas a partir de primeiro de janeiro.
O Programa de Governo Rita e Allan, 2024, tem como primeiro passo o compromisso de
quebrar os velhos esquemas na saúde, nos transportes, na educação e na segurança e dar
prioridade a quem, hoje, é tratado como invisível. É necessário e urgente que rompamos com a
lógica de cidade que foi e vem sendo implementada ao longo das últimas décadas em Jaguariúna.
Nossa cidade não pode ser tratada apenas como uma mercadoria. Nosso Programa põe fim ao
histórico de exclusão e aponta o caminho para virar o jogo. Resgata boas práticas e políticas da
gestão popular e avança em novas ideias e propostas que respondem ao abandono que se agravou
nos últimos anos. Nosso comprometimento é construir uma cidade inclusiva, antirracista,
anticapacitista, sem machismo e pelo fim da violência contra os LGBTQIA+. A vontade política, a
visão de administração pública voltada para a economia solidária e pautada pelo Orçamento
Participativo transfere à caneta do prefeito para o povo e pode mudar nossa realidade. Queremos
que as pessoas participem das decisões da Prefeitura. Propomos para Jaguariúna um amplo
processo de mobilização social e de discussão dos rumos da cidade por meio de assembléias
territoriais, plenárias temáticas, fóruns e fortalecimento das Associações de Bairro no intuito de
instituir o Orçamento Participativo. Com ele, pretendemos debater democraticamente e planejar
com a população os rumos da vida da nossa cidade. A proposta é colocar em discussão os recursos
municipais incluindo aí os gastos com custeio e investimentos, assim como as possíveis restrições
orçamentárias do município que possam existir. A possibilidade de discussão da totalidade dos
recursos municipais estará acompanhada por uma política de reorganização tributária e fiscal
baseada na proporcionalidade e na progressividade da cobrança de impostos, que objetiva garantir
equidade na taxação, reduzir as desigualdades sociais e promover a distribuição de renda. O
Orçamento Participativo estará articulado aos diversos conselhos para discutirem as políticas
setoriais do município e às representações de classe e de movimentos sociais já constituídas ou
que surgirem.
Também é nosso compromisso a transparência na gestão fiscal através da divulgação em
espaços abertos, nas secretarias e em meios eletrônicos de fácil acesso e de modo que todas as pessoas
possam comprrender. As contas públicas terão ampla divulgação e o desempenho e a competência de
nossa gestão serão avaliados de forma mais eficiente pela sociedade.
Apresentamos um plano para Jaguariúna enfrentar, a partir de janeiro, a melhoria da gestão
em todas as áreas. O plano desenhado para ser executado nos primeiros 180 dias de gestão reúne
uma série de ações e investimentos nas áreas da saúde pública, na geração de emprego e renda
e na área de moradia. Pela primeira vez em muitos anos, a prioridade é cuidar de toda cidade,



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proporcionando a mesma dignidade para todas e todos. Dentre estas medidas, estão previstos:
investimentos na estrutura médico-hospitalar nas unidades de atendimento primário e de exames;
a instituição da Renda Solidária para pessoas que vivem em situação de vulnerabilidade; a criação
de frentes de trabalho em toda a cidade, empregando, sobretudo, pessoas que moram nas próprias
regiões e estão sem emprego ou renda; apoio aos pequenos comerciantes, trabalhadores informais
e de aplicativos; criação de incubadoras para empreendedores e/ou abertura de cooperativas;
oferecimento de infraestrutura de oficinas, apoio jurídico e escritório para os primeiros passos da
abertura do negócio.
Nosso plano de trabalho está dividido por áreas e temas, respeitando diretrizes que guiaram
a elaboração do conjunto de propostas que serão implementadas a partir do ano que vem. Os eixos
programáticos têm como fio condutor a melhoria dos serviços prestados pela Prefeitura a partir da
valorização do funcionalismo público municipal. Temos o compromisso de ofertar serviços públicos
que atendam aos direitos e às necessidades essenciais da população. Uma das principais
características é a transversalidade das ações. A cidade, cansada de velhas promessas
marqueteiras, precisa de soluções que sejam capazes de suprir as necessidades das pessoas. Um
bom exemplo de transversalidade é a criação dos Pontos de Encontro, espaços que serão
construídos em bairros da periferia e que atenderão aos interesses da juventude, das mulheres e
do público LGBTI+, oferecendo cursos de capacitação, inclusão digital e perspectiva de uma vida
mais digna. Outro exemplo é fazer da Guarda Municipal um instrumento de segurança cidadã, mais
participativa e integrada ao dia-a-dia das pessoas em seus bairros. Os profissionais da GCM -
atuais e novos, que serão contratados - receberão capacitação para inibir a violência contra mulher,
combater o racismo e a lgbtfobia.
O Programa de Governo Rita e Allan 2024, detalhado a seguir, é o caminho para Jaguariúna
virar o jogo!!! A periferia estará no centro das atenções, com políticas públicas que priorizam a vida
das pessoas e a participação popular, dando um basta aos grandes esquemas de sempre e dessa
mistura de mais dos mesmos. Agora é a hora e a vez do povo estar no comando de uma das
cidades mais ricas da RMC!!! Neste documento não pretendemos esgotar o conjunto de medidas
necessárias às mudanças que a cidade de Jaguariúna precisa. Partimos do acúmulo de debates
internos, entre PT, PCdoB e movimentos sociais e ampliaremos ao chamar a sociedade a construir
o projeto de cidade que queremos.




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ASSISTÊNCIA SOCIAL
A Carta de 1988 ficou conhecida como constituição cidadã na medida em que
promoveu avanços bastante significativos na área da promoção e defesa de direitos,
incluindo o direito à Assistência Social. Até aquele ano, a Assistência Social foi
compreendida e executada sobre as bases da benesse, do clientelismo, do
apadrinhamento e utilizada para tutelar e reformar moralmente os demandantes da
política. Na esteira do rompimento com esta lógica, a Lei Orgânica da Assistência Social
(LOAS) foi criada em 1993, compondo, juntamente com a Saúde e a Previdência Social,
o tripé da Seguridade Social e vem sendo prestada a quem dela necessitar,
independente de contribuição à seguridade social. Contudo, foi somente em 2004 que a
LOAS foi organizada e então criada a Política Nacional de Assistência Social (PNAS) e,
em 2005, foi criado o SUAS (Sistema Único de Assistência Social).
Quando olhamos para o passado podemos nos apropriar de um caminho de lutas
e de conquistas, o que fortalece ainda mais o nosso compromisso com pessoas em
situação de vulnerabilidade social ou em risco social por violação de direitos, público
alvo desta política, e nos inspira em direção a um futuro mais justo e igualitário. Seremos
intransigentes na defesa dos direitos e da dignidade humana por meio da acolhida, do
desenvolvimento da autonomia, da provisão de serviços, benefícios, programas e
projetos nos territórios.
Entendemos que a política social não resolve o problema central da sociedade
capitalista, qual seja, a exploração. Contudo, é possível empreender lutas de modo a
garantir a reprodução material da classe trabalhadora possibilitando, para além das
provisões referidas, que a política se torne um instrumento de transformação social que
mobilize e organize as massas a partir de seus interesses mais fortes. Um governo
popular e democrático, que acolha, proteja e cuide das cidadãs e dos cidadãos de
Jaguariúna e que seja capaz de fazer fissuras no modo de produção capitalista se
materializa nos eixos que se seguem.

Eixo 1 – Gestão do SUAS
❖ Efetivar a Vigilância Socioassistencial para otimizar recursos humanos e
financeiros, evitar a sobreposição de ações e o investimento em estratégias
que não dialogam com as demandas da população, fortalecendo e qualificando
as políticas públicas que beneficiem e garantam os direitos da população.



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❖ Garantir a efetivação do novo prontuário do SUAS, de modo a identificar o perfil
das famílias e ser fonte fidedigna de dados para a Vigilância Socioassistencial.
❖ Avaliar e monitorar o sistema de indicadores sociais de acordo com as
mudanças nos territórios e nos perfis das famílias.
❖ Instituir o Projeto CRAS no seu bairro, que permita o acesso aos direitos
socioassistenciais pela população que reside em bairros distantes.
❖ Criar fluxos de trabalho no interior da rede socioassistencial e protocolos de
encaminhamentos para a rede intersetorial e órgãos de defesa de direitos.
❖ Ofertar o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos para
crianças e adolescentes, objetivando garantir aquisições progressivas aos
usuários de acordo com o seu ciclo de vida, complementando o trabalho social
com famílias e prevenindo a ocorrência de situações de risco social.
❖ Ampliar a rede de atendimento à mulher em situação de violência, com
implementação de programas específicos que visam a proteção da mulher e a
redução da desigualdade de gênero. No Âmbito da Proteção Social Básica, os
Centros de Referência de Assistência Social deverão cumprir seu papel
protetivo trabalhando esta temática constantemente junto à população em
caráter informativo, educativo e conscientizador contra todo o tipo de violência,
preconceito, discriminação e estigmatização. Quanto à Proteção Social
Especial, implementar o CRAM (Centro de Referência em Atendimento à
Mulher), que oferecerá orientação e atendimento psicossocial, social e jurídico
às mulheres em situação de violência.
❖ Qualificar o Serviço em Abordagem Social para construir o processo de saída
das ruas, o acesso à rede de serviços e benefícios socioassistenciais e para
promover a reinserção familiar e comunitária;
❖ Criar o Serviço de Acolhimento em República para as pessoas em situação
de rua com vínculos familiares rompidos ou extremamente fragilizados e sem
condições de moradia e auto sustentação promovendo formas de subsistência
baseadas na solidariedade e na cooperação;
❖ Criar a Casa de Acolhimento à Mulher em situação de violência doméstica;
❖ Criar um Plano de Contingência para situações emergenciais;

Eixo 2 – Gestão do Trabalho
❖ Construir a Política de Educação Permanente sustentada por um tripé



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teórico, metodológico e político de modo a oferecer elementos aos
trabalhadores e trabalhadoras do SUAS que os auxiliem a construir uma
prática pautada na ética e em uma leitura crítica da realidade orientada para a
sua transformação.
❖ Realizar concurso público e organização de equipes interdisciplinares em
quantidade suficiente para a prestação qualificada de serviços.
❖ Implementar políticas de valorização do trabalho e do trabalhador.

Eixo 3 – Controle Social
❖ Incentivar a criação de Conselhos Populares de Assistência Social nos
Territórios, que fomentem e apoiem a criação e a manutenção de fóruns da
sociedade civil, principalmente de usuárias/os, potencializando a participação
plena e efetiva e o controle social no SUAS.
❖ Ofertar aos usuários processos formativos com incentivo financeiro que
viabilize a participação, incluindo capacitação em Direitos Humanos, para
maior qualificação dos serviços socioassistenciais, diretos e indiretos, para
organização da população e transformação social, com vistas à educação
popular.

Eixo 4 - Intersetorialidade e serviços híbridos e de cuidado
❖ Implantar a Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional
(PNSAN) no município por meio da adesão ao Sistema Nacional de Segurança
Alimentar e Nutricional (SISAN);
❖ Instituir o Conselho Municipal de Segurança Alimentar (CONSEA);
❖ Capacitar conselheiros para a construção do plano de segurança alimentar e
para participação ativa no conselho, de forma a realizar o controle social.
❖ Elaborar via consulta pública o Plano de Segurança Alimentar e Nutricional
Municipal;
❖ Realizar parcerias para a instituição de Cartão Alimentação, substituindo a
cesta básica, promovendo assim autonomia de escolha de alimentos aos
usuários dos serviços, no acesso à alimentação, aos produtos que irão
consumir e a sua cultura alimentar;
❖ Formar grupos educativos voltados à educação popular sobre o tema da



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segurança alimentar e nutricional, estimulando a diversidade e o consumo de
alimentos com valor nutricional e respeitando a cultura de cada família;
❖ Implementar o Programa Cozinha Comunitária garantindo o acesso a uma
refeição saudável, desenvolvendo atividades de inclusão social produtiva, de
educação alimentar e nutricional e, através de ações coletivas, fortalecer a
identidade comunitária;
❖ Implementar programas, também em parceria com movimentos sociais, com
foco nos temas tranversais de combate ao racismo, capacitismo, etarismo,
violência contra a mulher, feminicídio, LGBTI+fobia e xenofobia;
❖ Ampliar a identificação e acompanhamento de migrantes residentes na cidade,
reduzindo vulnerabilidades advindas da ausência de documentação nacional
e facilitando o acesso a serviços públicos;
❖ Estabelecer parcerias com as áreas do meio ambiente e do trabalho e renda
de modo a garantir, com dignidade, a reprodução material do trabalhador e da
trabalhadora;

CULTURA
Acreditamos que não existe democracia real sem diversidade cultural. Nesta
perspectiva, a cultura é um direito, assim como a saúde, a educação e a moradia é
indispensável ao conjunto das lutas por uma sociedade sem desigualdades, sem
opressões e radicalmente democrática. Além de sua importância individual e social, a
cultura gera empregos, impulsiona o turismo e movimenta a economia da cidade. A
cultura como direito e não como negócio inverte prioridades e faz emergir novos
processos e protagonistas na produção social: cultura das periferias, urbana, de matriz
africana, indígenas, das mulheres, LGBTQI+. O Estado deve ser o agente de interesses
públicos capaz de defender o que, na vida simbólica das sociedades, não pode ser
comercializado. No entanto, o direito à cultura e o acesso a bens culturais não deve ser
decidido apenas pelo Estado, mas a partir de práticas de co-gestão e de participação
popular efetiva.
❖ Ampliar as discussões no Conselho Municipal de Cultura (Conselho, Plano e
Fundo) com transparência e participação deliberativa, não apenas consultiva,
da população na gestão das políticas culturais através de conferências,
cogestão de equipamentos públicos e outros mecanismos horizontais de
formulação, gestão e decisão;



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❖ Regulamentar e ampliar a destinação de recursos específicos para o Fundo
Municipal de Cultura, sempre dando ênfase nos pilares de descentralização,
diversidade e amplo acesso;
❖ Reestruturar e reorganizar a Secretaria Municipal de Cultura para ser
protagonista, separando dos interesses de Turismo;
❖ Ampliar os programas de formação, criação, difusão cultural e fomentos
existentes, tanto em termos de recursos como número de contemplados em
projetos culturais;
❖ Retomar as apresentações em praças e parques nos bairros;
❖ Implantar novos programas com execução através de chamamentos públicos
transparentes, desburocratizados, democráticos e com políticas afirmativas,
dando especial atenção às manifestações populares e periféricas;
❖ Reconhecer e consolidar as ocupações culturais independentes da cidade
através da criação de editais específicos e isenção de IPTU, priorizando os
territórios periféricos;
❖ Promover uma política pública de leitura e informação inclusiva e dialógica com
investimento em acervos e formação continuada em mediação, estabelecendo
rede de articulação de leitores e parceiros;
❖ Criar uma Sala de Cinema com oficinas de fotografia e cinema com Exibições
de Filmes;
❖ Instituir o Circuito Municipal de Cultura permitindo a gestão e a curadoria
compartilhadas com os coletivos culturais;
❖ Criar um programa de fomento destinado a entidades e coletivos culturais que
diretamente produzem e/ou apoiam iniciativas de mídia livre e projetos de
Cultura Digital;
❖ Estimular a produção da c

Baixar o documento no TSE
Arquivo dentro do pacote: 2024SP250002023120_01.pdf

Redes sociais declaradas

Endereços informados pelo próprio candidato no registro da candidatura. O TSE não verifica esses links, e este site também não — podem estar desatualizados ou fora do ar.

Nenhuma matéria deste site menciona este candidato até o momento.

Nenhuma matéria externa foi localizada para este candidato.

Fórum de Discussão do Político

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Mais votados nesta disputa

Comparativo: Prefeito em 2024 (JAGUARIÚNA / SP)

DAVI
1º
Eleito neste pleito DAVI PP
20.832 votos
DU CORRÊA
2º
DU CORRÊA MOBILIZA
2.629 votos
DR ALEX
3º
DR ALEX PSB
1.264 votos

Candidatos Relacionados

Origem dos dados desta página

Todo número aqui vem de uma base pública, e cada uma tem sua própria data de atualização. Se algum dado parecer ausente ou estranho, consulte a fonte — o link leva ao órgão que a publica.

Tribunal Superior Eleitoral — Dados Abertos
Candidaturas, votação apurada, bens declarados, despesas de campanha, coligações, redes sociais, propostas de governo, cassações e situação do registro
Câmara dos Deputados — Dados Abertos
Projetos apresentados, comissões, votações nominais, presença em sessões e cota parlamentar
Senado Federal — Dados Abertos
Projetos, comissões, votações e cota do exercício parlamentar
Tribunal de Contas da União
Responsáveis inabilitados para cargo em comissão ou função de confiança
Controladoria-Geral da União — Portal da Transparência
Cadastro de empresas e pessoas inidôneas e suspensas de licitar (CEIS)
Ranking dos Políticos (ONG independente)
Nota do Conselho de Leis e selo de Parlamentar Premiado — opinião de terceiro, não dado oficial