DANILO SOARES - DEMOCRATA - GOVERNADOR
DANILO SOARES é candidato(a) a Governador pelo DEMOCRATA em Ceará (CE) nas Eleições 2026.
DANILO SOARES SOUSA
Espectro político
Toque em uma faixa para entender o que ela significa
DEMOCRATA
Classificação editorial deste site, baseada na atuação NACIONAL do partido no Congresso e no seu programa oficial. Não é dado do TSE e não descreve a pessoa: descreve a legenda pela qual ela concorreu. Em eleições municipais e estaduais, partidos de polos opostos costumam se aliar.
Dados do candidato
- Data de nascimento
- 06/12/1994
- Gênero
- MASCULINO
- Estado civil
- SOLTEIRO(A)
- Grau de instrução
- SUPERIOR COMPLETO
- Ocupação declarada
- ADVOGADO
- Estado de nascimento
- CE
Informações declaradas ao TSE no registro da candidatura, publicadas nos dados abertos da Justiça Eleitoral.
Evolução e Histórico Político
Comparativo: Governador em 2026 (CE)
Votação nominal do candidato ao lado dos três mais votados no mesmo cargo, ano e unidade eleitoral.
2026 - GOVERNADOR
DEMOCRATA | UF: CE
Votação Obtida: 1.743 votos (NÃO ELEITO)
Declaração Patrimonial Recente
Nenhum bem patrimonial declarado encontrado para este candidato.
Prestação de Contas e Gastos
Situação cadastral pública da Receita Federal, via BrasilAPI. Não indica irregularidade na despesa em si, apuração de eventual superfaturamento ou fraude cabe aos órgãos de controle.
Mandato (Gastos CEAP)
Sem despesas de mandato registradas.
Gastos de Campanha
Sem despesas de campanha registradas.
Receitas de Campanha
Doações declaradas pelo próprio candidato/comitê ao TSE. A existência de uma doação não indica irregularidade, financiamento de campanha é lícito e regulado por lei; consulte o Tribunal Superior Eleitoral para o histórico oficial completo.
Sem receitas de campanha registradas.
Projetos de Lei Apresentados
Não há fonte pública para este cargo. A Câmara dos Deputados e o Senado publicam a atuação apenas dos próprios parlamentares; as assembleias legislativas estaduais e as câmaras municipais não mantêm base equivalente em formato aberto. A ausência de informação aqui não diz nada sobre a atuação desta pessoa.
Presença e Votos em Plenário
Nenhum voto em plenário registrado para este político.
Frequência nas Sessões Ordinárias
Não há fonte pública para este cargo. A Câmara dos Deputados e o Senado publicam a atuação apenas dos próprios parlamentares; as assembleias legislativas estaduais e as câmaras municipais não mantêm base equivalente em formato aberto. A ausência de informação aqui não diz nada sobre a atuação desta pessoa.
Participação em Comissões e Órgãos Legislativos
Não há fonte pública para este cargo. A Câmara dos Deputados e o Senado publicam a atuação apenas dos próprios parlamentares; as assembleias legislativas estaduais e as câmaras municipais não mantêm base equivalente em formato aberto. A ausência de informação aqui não diz nada sobre a atuação desta pessoa.
Situação do registro da candidatura
| Ano | Julgamento | Teto legal de gasto |
|---|---|---|
| 2026 | AGUARDANDO JULGAMENTO | R$ 11.562.724,00 |
Proposta de governo
Trecho extraído do documento entregue ao TSE, sem resumo nem edição. O texto integral está no arquivo original, pelo botão abaixo.
PLANO DE GOVERNO
Ceará · 2026
O Ceará inteiro.
Danilo Soares Sousa
Candidatura ao Governo do Estado do Ceará
Partido Democrata · Eleições 2026
1 · A tese: o Ceará inteiro
Todo plano precisa de uma ideia que o organize. A deste é simples: as políticas do Ceará
são pensadas a partir da capital, e as demais regiões recebem o que sobra. Não é retórica, é o que
os dados oficiais mostram.
O Ceará tem 184 municípios organizados em 14 regiões de planejamento. A Grande
Fortaleza concentra 63,7% de todo o PIB do estado (IPECE, 2025), e as outras onze regiões, onde vive
boa parte do pov…
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o, dividem uma fração do restante.
E isso aparece no bolso das pessoas. Em 2024, a renda por pessoa no Ceará foi de cerca
de R$ 1.210 por mês, a segunda pior do Brasil (IBGE). Dentro do estado, a renda média da Grande
Fortaleza (R$ 2.609) é quase o dobro da do Cariri (R$ 1.570), e os vinte municípios de menor renda,
todos no interior, vivem com menos de um salário mínimo. Produzir muito e distribuir mal: é esse o
nó que este plano quer enfrentar.
Não se trata de opor interior e capital. Fortaleza também tem o seu “interior esquecido”
nas periferias. Trata-se de um princípio de justiça: o Estado deve chegar com a mesma seriedade a
quem vive perto e a quem vive longe do centro do poder.
Interiorizar não é de esquerda nem de direita
Levar saúde, escola técnica, emprego e segurança para onde o cearense de fato vive não é bandeira
ideológica, é gestão e é justiça territorial. Esta candidatura se coloca no centro que entrega: preservar
o que deu certo, corrigir o que falha e distribuir melhor pelo território o que hoje se concentra na
capital.
2 · Como ler este plano
O plano se apoia em quatro eixos: saúde, desenvolvimento, educação e segurança. Todos
com o mesmo recorte: o que muda para quem vive longe da capital, em qualquer região do estado.
Cada proposta é apresentada em três perguntas, sempre na mesma ordem, para que
qualquer cidadão possa cobrar:
• O problema — com dado oficial e verificável.
• A meta — onde queremos chegar, de forma concreta.
• Como se cobra — o indicador público que mede se cumprimos.
EIXO 1 · Saúde que chega a todas as regiões
Nenhuma desigualdade é mais cruel do que a da saúde. Em boa parte do interior, adoecer significa
viajar horas até Fortaleza atrás de um especialista, de um exame ou de uma cirurgia. O Estado avançou
na última década, o Programa Mais Acesso a Especialistas, as policlínicas regionais e o Telessaúde são
passos reais, mas o mapa da saúde ainda é desenhado a partir da capital.
1.1 · Especialista perto de casa
Problema. O interior não segura médicos: falta estrutura, isolamento profissional e
carreira atrativa. O resultado é a viagem à capital para o que deveria ser resolvido na região.
Meta. Criar uma bolsa estadual de fixação para especialistas nas regiões de maior
carência, vinculada a metas de permanência, e ampliar as residências médicas regionalizadas.
Como se cobra. Número de especialistas fixados por região e razão de médicos por mil
habitantes.
1.2 · Fila única, transparente e com prazo
Problema. A fila da saúde é o problema que mais aflige o cearense, e o menos
transparente. Quando existe prazo público, o cidadão deixa de ser refém do balcão.
Meta. Central de regulação com painel público em tempo real e prazo máximo por
procedimento, com a mesma régua para capital e interior.
Como se cobra. Tempo médio de espera por consulta, exame e cirurgia, publicado por
macrorregião.
1.3 · Atenção primária forte
Problema. Cerca de 80% dos problemas de saúde se resolvem na atenção básica. Quando
ela é fraca, o hospital lota com o que poderia ser evitado, e no interior isso vira viagem e sofrimento.
Meta. Expandir o Telessaúde para as unidades básicas do interior e reforçar as equipes
de saúde da família, com foco em diabetes, hipertensão e saúde materno-infantil.
Como se cobra. Cobertura de Telessaúde nas UBS do interior; redução da mortalidade
infantil; internações por causas evitáveis.
EIXO 2 · Desenvolvimento que fixa o cearense na sua terra
O maior drama econômico do interior tem nome: êxodo. O jovem qualificado vai embora
porque não há emprego que o segure. E não há emprego, em muitas regiões, porque a economia local
produz matéria-prima barata, não valor agregado, e depende demais do setor público.
A dependência sufoca. No Sertão dos Crateús, quase 63% dos empregos formais estão
na administração pública. Sem emprego privado, restam ao jovem o concurso ou a mudança. Onde
há indústria, a renda sobe (Eusébio, Horizonte, Maracanaú); onde só há agricultura e emprego público,
a renda fica no chão.
2.1 · Agregar valor onde se produz
Problema. O interior vende o couro, o leite, a fruta e o grão in natura e vê o valor — e o
emprego — ficarem em outro lugar.
Meta. Apoiar pequenas agroindústrias e unidades de beneficiamento nos municípios
produtores, respeitando a vocação de cada região, com crédito orientado e simplificação sanitária
proporcional ao risco.
Como se cobra. Número de agroindústrias operantes; empregos formais gerados fora da
administração pública, por região.
2.2 · Incentivo com contrapartida
Problema. O Ceará atrai grandes investimentos, mas os empregos de melhor
remuneração muitas vezes vão para não residentes, e a cadeia de valor não se enraíza no território.
Meta. Manter a atração de investimento como motor, mas condicionar incentivos a
contrapartidas verificáveis: emprego local, qualificação de cearenses e encadeamento com
fornecedores regionais.
Como se cobra. Percentual de mão de obra local nos projetos incentivados;
investimentos industriais efetivados fora da Grande Fortaleza.
2.3 · Água como base da produção
Problema. No semiárido, sem segurança hídrica não há renda no campo. E a dependência
do carro-pipa historicamente vira instrumento de troca política, não solução.
Meta. Priorizar infraestrutura hídrica permanente (poços, cisternas, reúso, pequenas
barragens) nas zonas rurais mais vulneráveis, com capacitação para que a água vire produção.
Como se cobra. Comunidades com autonomia hídrica; redução da dependência de carro-
pipa; renda das famílias atendidas.
2.4 · Indústria onde o Ceará precisa dela
PROPOSTA-ÂNCORA. O Ceará sabe atrair indústria, mas não sabe distribuí-la. A Grande
Fortaleza concentra 75,4% do Valor Adicionado da Indústria do estado. Em dez das quatorze regiões,
o emprego depende fortemente do setor público. Sem indústria privada, o jovem só tem concurso ou
mudança e, no entanto, é justamente nessas regiões que a mão de obra está mais disponível.
O que o Ceará já provou. Quando o setor calçadista foi atraído para o interior nos anos
1990, transformou regiões: hoje o Ceará fabrica um em cada três calçados do Brasil, com Sobral como
maior polo do país. Indústria no interior funciona e fixa gente na terra, mas essa interiorização parou
nos polos de sempre. O Fundo de Desenvolvimento Industrial (FDI) já tem, em lei, a missão de
interiorizar; na prática, a concentração continua.
Meta. Fazer da localização da indústria uma decisão de política pública — dirigindo a
atração para as regiões de maior mão de obra ociosa e menor densidade industrial, com logística
preparando o terreno.
O que fazemos:
• Incentivo escalonado por região. Quem se instala na Grande Fortaleza recebe o benefício
padrão do FDI; quem vai para regiões de baixa densidade recebe o incentivo máximo, regra
pública, não negociação caso a caso.
• A indústria certa para cada lugar. Dirigir a atração para cadeias cuja matéria-prima já está na
região, agroindústria e beneficiamento de couro nos sertões, fruta no Jaguaribe, calçados em
novas cidades.
• Logística casada com a atração. Distritos com terreno pronto, corredores pavimentados e
portos secos regionais (a exemplo do Porto Seco de Quixeramobim), com planejamento
industrial e logístico andando juntos.
• Contrapartida de emprego local. Todo incentivo vinculado a metas verificáveis de contratação
de trabalhadores da região.
• Qualificação casada com a vaga. Formar a mão de obra local antes da instalação, junto ao
Sistema S e às escolas profissionalizantes.
Como se cobra. Plantas instaladas fora da Grande Fortaleza; empregos industriais gerados no interior;
percentual de mão de obra local; km de corredores pavimentados; evolução das regiões de menor
densidade industrial no VAB da Indústria do estado.
EIXO 3 · Educação que forma para a vida — e para ficar
O Ceará é referência nacional em alfabetização e nos anos iniciais — um patrimônio
construído em décadas, no regime de colaboração com os municípios, que não se joga fora. Nossa
posição é clara: preservar o que deu certo e corrigir o que falha. E o que falha aparece com força no
interior, na transição para o ensino médio e na desconexão entre a escola e a possibilidade de
construir a vida sem precisar ir embora.
3.1 · Ensino técnico com a cara de cada região
Problema. Um currículo técnico pensado para a capital, replicado sem adaptação, não
conversa com a economia local, e não fixa o jovem.
Meta. Alinhar as escolas profissionalizantes à vocação de cada região: caprinovinocultura
e agroindústria nos sertões; fruticultura no Jaguaribe; turismo e hotelaria no Litoral Norte e no Cariri;
energias renováveis no Litoral Oeste.
Como se cobra. Percentual de egressos do ensino técnico inseridos no mercado local;
cursos alinhados à vocação regional.
3.2 · Valorizar o professor e enfrentar a evasão no ensino médio
Problema. O legado educacional cearense depende do professor — e a evasão no ensino
médio ameaça justamente o que temos de melhor.
Meta. Combinar valorização docente com programas de recomposição de aprendizagem
e permanência na transição para o ensino médio.
Como se cobra. Taxa de evasão e distorção idade-série no ensino médio; evolução do
IDEB do ensino médio no interior.
3.3 · Saúde mental na escola — de alunos e professores
Problema. O adoecimento mental de estudantes e docentes é uma epidemia silenciosa,
e no interior encontra ainda menos rede de apoio.
Meta. Estruturar apoio psicológico regionalizado para escolas, tirando o diagnóstico das
costas do professor e criando fluxo entre escola, saúde e assistência social.
Como se cobra. Estudantes e professores atendidos; clima escolar.
EIXO 4 · Segurança com inteligência e prevenção
Segurança é a maior angústia do cearense, e este plano a trata com seriedade e equilíbrio
— nem passar a mão na cabeça do crime, nem transformar o estado num campo de batalha. A
resposta que funciona combina três frentes: inteligência para asfixiar financeiramente as facções,
valorização do policial e prevenção séria da juventude — a peça que quase todos ignoram.
A violência, antes concentrada na Região Metropolitana, avança sobre o interior e o
litoral. Regiões turísticas e cidades do interior já sentem o crescimento das organizações criminosas.
É preciso enxergar essa expansão antes que vire crise, em vez de reagir sempre tarde e só na capital.
4.1 · Inteligência contra a estrutura financeira do crime
Problema. Operações de confronto isoladas deslocam o problema, mas não desmontam
a facção. O que enfraquece o crime organizado é atacar seu dinheiro.
Meta. Priorizar inteligência, investigação financeira e integração de dados entre forças
estaduais e federais para asfixiar as finanças das facções, em vez da lógica de “guerra”.
Como se cobra. Ativos criminais recuperados; evolução da taxa de esclarecimento de
homicídios.
4.2 · Prevenção da juventude
Problema. Onde faltam escola, esporte, cultura e primeiro emprego, a facção recruta. A
prevenção é a política de segurança mais barata e mais ignorada.
Meta. Integrar segurança, educação, assistência e esporte em territórios vulneráveis,
oferecendo à juventude uma alternativa concreta ao recrutamento.
Como se cobra. Jovens atendidos em programas de prevenção; criminalidade juvenil nos
territórios prioritários.
4.3 · Valorizar o policial e a presença do Estado no interior
Problema. O policial da ponta trabalha sem estrutura, e muitos municípios do interior
mal veem a presença do Estado.
Meta. Investir em condições de trabalho, tecnologia e presença territorial permanente,
com atenção às regiões historicamente descobertas.
Como se cobra. Presença policial por região; tempo médio de resposta a ocorrências no
interior.
O método: um governo que se deixa cobrar
Uma candidatura que se apresenta como nova precisa provar que é diferente também
na forma de governar. Três compromissos de método atravessam todo este plano:
• Metas públicas e cobráveis. Cada proposta traz um indicador. O cidadão pode acompanhar, ano
a ano, se o compromisso está sendo cumprido.
• Olhar territorial. As políticas serão planejadas a partir das 14 regiões, com recursos alocados
segundo a necessidade real, não segundo o peso político.
• Transparência e independência. Sem favor a devolver, este governo pode priorizar o interesse
público e a prestação de contas acima dos acordos de sempre.
Redes sociais declaradas
Endereços informados pelo próprio candidato no registro da candidatura. O TSE não verifica esses links, e este site também não — podem estar desatualizados ou fora do ar.
Nenhuma matéria deste site menciona este candidato até o momento.
Nenhuma matéria externa foi localizada para este candidato.
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