PROFESSORA SAMARA MINEIRO - UP - GOVERNADOR

PROFESSORA SAMARA MINEIRO é candidato(a) a Governador pelo UP em Distrito Federal (DF) nas Eleições 2026.

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PROFESSORA SAMARA MINEIRO

SAMARA MINEIRO OLIVEIRA

Cargo Atual: GOVERNADOR
Número da Urna: 80
Candidatura: 2026

Espectro político

Toque em uma faixa para entender o que ela significa

Extrema esquerda Direita conservadora

UP

Classificação editorial deste site, baseada na atuação NACIONAL do partido no Congresso e no seu programa oficial. Não é dado do TSE e não descreve a pessoa: descreve a legenda pela qual ela concorreu. Em eleições municipais e estaduais, partidos de polos opostos costumam se aliar.

Dados do candidato

Data de nascimento
26/07/1993
Gênero
FEMININO
Estado civil
SOLTEIRO(A)
Grau de instrução
SUPERIOR COMPLETO
Ocupação declarada
PROFESSOR DE ENSINO MÉDIO
Estado de nascimento
DF

Informações declaradas ao TSE no registro da candidatura, publicadas nos dados abertos da Justiça Eleitoral.

R$ 69.196,63 (2026)
Patrimônio declarado
-
Gastos de mandato
-
Presença em sessões
0
Projetos apresentados

Evolução e Histórico Político

Comparativo: Governador em 2026 (DF)

Votação nominal do candidato ao lado dos três mais votados no mesmo cargo, ano e unidade eleitoral.

Total apurado, 2º turno Aguardando o início da apuração do 2º turno.

2026 - GOVERNADOR

UP | UF: DF

Votação Obtida: 3.958 votos (NÃO ELEITO)

Declaração Patrimonial Recente

Ano Tipo Descrição Valor
2026 OUTROS BENS E DIREITOS VEÍCULO AUTOMOTOR TERRESTRE: HYUNDAI HB20 ADQUIRIDO POR MEIO DE FINANCIAMENTO (ALIENAÇÃO FIDUCIÁRIA) R$ 60.000,00
2026 OUTROS BENS E DIREITOS DIREITOS RELATIVOS À AQUISIÇÃO DE APARTAMENTO RESIDENCIAL PELO PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA, IMÓVEL AINDA EM CONSTRUÇÃO R$ 9.196,63
Patrimônio total declarado (2026): R$ 69.196,63

Prestação de Contas e Gastos

Situação cadastral pública da Receita Federal, via BrasilAPI. Não indica irregularidade na despesa em si, apuração de eventual superfaturamento ou fraude cabe aos órgãos de controle.

Mandato (Gastos CEAP)

Sem despesas de mandato registradas.

Gastos de Campanha

Sem despesas de campanha registradas.

Receitas de Campanha

Doações declaradas pelo próprio candidato/comitê ao TSE. A existência de uma doação não indica irregularidade, financiamento de campanha é lícito e regulado por lei; consulte o Tribunal Superior Eleitoral para o histórico oficial completo.

Sem receitas de campanha registradas.

Projetos de Lei Apresentados

Não há fonte pública para este cargo. A Câmara dos Deputados e o Senado publicam a atuação apenas dos próprios parlamentares; as assembleias legislativas estaduais e as câmaras municipais não mantêm base equivalente em formato aberto. A ausência de informação aqui não diz nada sobre a atuação desta pessoa.

Presença e Votos em Plenário

Nenhum voto em plenário registrado para este político.

Frequência nas Sessões Ordinárias

Não há fonte pública para este cargo. A Câmara dos Deputados e o Senado publicam a atuação apenas dos próprios parlamentares; as assembleias legislativas estaduais e as câmaras municipais não mantêm base equivalente em formato aberto. A ausência de informação aqui não diz nada sobre a atuação desta pessoa.

Participação em Comissões e Órgãos Legislativos

Não há fonte pública para este cargo. A Câmara dos Deputados e o Senado publicam a atuação apenas dos próprios parlamentares; as assembleias legislativas estaduais e as câmaras municipais não mantêm base equivalente em formato aberto. A ausência de informação aqui não diz nada sobre a atuação desta pessoa.

Situação do registro da candidatura

Ano Julgamento Teto legal de gasto
2026 AGUARDANDO JULGAMENTO R$ 711.552.246,00

Proposta de governo

Trecho extraído do documento entregue ao TSE, sem resumo nem edição. O texto integral está no arquivo original, pelo botão abaixo.

Programa de governo — eleição de 2026 11 páginas

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PROPOSTAS DA UNIDADE POPULAR PARA
TRANSFORMAR O DISTRITO FEDERAL
INTRODUÇÃO
O Distrito Federal ocupa um lugar singular na história do Brasil. Criado para sediar a
nova capital da República, fruto do projeto de interiorização do desenvolvimento
nacional conduzido durante o governo Juscelino Kubitschek, Brasília foi inaugurada
em 21 de abril de 1960 como símbolo da modernização do país. Desde então, o
Distrito Federal passou a concentrar as principais instituições políticas da República,
tornando-se o centro das decisões administrativas, legislativas e judiciais do Brasil.
A construção da nov…

Ler mais do texto

a capital atendeu ao projeto político de fornecer infraestrutura
urbana para sustentar a chamada “expansão da fronteira agrícola”, com o
crescimento do agronegócio na região centro-oeste do país. Além disso, o
surgimento e crescimento das Ligas Camponesas e o fortalecimento do movimento
operário e estudantil aguçou a luta de classes e deixou as classes dominantes em
alerta. Por isso, a construção da capital distante dos principais centros urbanos do
Brasil também teve como objetivo dificultar as mobilizações populares que se
desenvolveram ao longo das décadas anteriores.
Assim, a imagem monumental da capital esconde profundas contradições. Ao lado
do Plano Piloto, concebido como vitrine do planejamento urbano moderno,
cresceram dezenas de cidades para onde foram expulsos os trabalhadores
responsáveis pela construção de Brasília. Essas regiões administrativas concentram
grande parte da população do Distrito Federal e convivem diariamente com o
abandono por parte do poder público, resultando em problemas de mobilidade,
saúde, educação, moradia, saneamento e acesso aos serviços públicos.
AS LUTAS DO POVO
No entanto, o povo nunca aceitou pacificamente essa situação. Desde sua
construção, a capital foi também palco da resistência da classe trabalhadora. Nos
canteiros de obras, os candangos organizaram greves e protestos contra as jornadas
exaustivas, os baixos salários e as condições degradantes de trabalho, enfrentando
a repressão violenta da Guarda Especial de Brasília (GEB), cujo episódio mais
conhecido foi o massacre do acampamento da construtora Pacheco Fernandes, em
10
1959. Nesse mesmo período, os trabalhadores da Vila Amaury organizaram-se em
defesa do direito à moradia e contra sua remoção compulsória. Abrigando cerca de
16 mil pessoas, a vila foi deliberadamente inundada para a formação do Lago
Paranoá, e seus moradores foram expulsos para dar lugar ao projeto urbanístico da
nova capital, tornando-se protagonistas da formação de cidades como Sobradinho e
expressão da segregação socioespacial que marcaria o desenvolvimento do Distrito
Federal.1
Durante a ditadura militar, Brasília transformou-se também em um importante foco
de resistência. A Universidade de Brasília sofreu sucessivas invasões das forças de
repressão em 1964, 1965, 1968 e 1977, mas estudantes, professores e servidores
mantiveram a mobilização em defesa da autonomia universitária e das liberdades
democráticas, enfrentando prisões, demissões, torturas e perseguições políticas.
Três estudantes da UnB foram assassinados pelas forças da ditadura. Hoje,
Honestino Guimarães, Ieda Santos Delgado e Paulo de Tarso figuram no panteão
dos herois do povo brasileiro.
Essa tradição de luta prosseguiu nas mobilizações por moradia, nas organizações
comunitárias, entre os servidores públicos, as mulheres, a juventude, a população
negra, os povos indígenas, as pessoas com deficiência e diversos movimentos
populares, que seguem construindo a resistência em defesa dos direitos sociais, da
democracia e da justiça social no Distrito Federal.
OS RICOS FICAM COM O BANQUETE E O POVO COM AS MIGALHAS
O Distrito Federal está entre as unidades da Federação com a maior renda domiciliar
per capita do país. Entretanto, essa riqueza está concentrada nas mãos de uma
pequena parcela da população. Os ricaços que moram nas mansões do Lago Sul
desfrutam da riqueza produzida coletivamente pela sociedade. Enquanto isso, os
trabalhadores que vivem nas periferias como Sol Nascente e Pôr do Sol sobrevivem,
em média, com R$ 845,372 por mês e enfrentam a precarização do trabalho, déficit
de infraestrutura urbana e acesso desigual aos serviços públicos.
O contraste entre o centro político da República e a periferia do Distrito Federal
evidencia que a riqueza produzida pelos trabalhadores permanece apropriada por
uma minoria privilegiada, enquanto a maioria da população continua submetida às
consequências da concentração de renda e da segregação socioespacial.
1 Leia mais em: https://averdade.org.br/2024/04/a-luta-candanga-a-historia-da-classe-trabalhadora-na-
construcao-de-brasilia/ e https://averdade.org.br/2024/08/vila-amaury-a-ocupacao-dos-operarios-que-
construiram-brasilia/
2 PDAD Ampliada 2024 – Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF)
10
Para se ter uma ideia da desigualdade social e do roubo de recursos públicos, no
ano de 2021, o senador e pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro comprou
uma mansão de R$ 5,97 milhões no Lago Sul3. Ou seja, quem mora no Sol
Nascente precisaria de 589 anos trabalhando sem gastar um centavo para conseguir
comprar a mesma mansão que o senador milionário comprou com dinheiro do povo.
Quem anda pelas ruas da nossa cidade vê de perto o resultado da desigualdade
social. Milhares de pessoas vivem em situação de rua, sobrevivendo da
solidariedade alheia e disputando diariamente comida, água e um lugar para dormir.
A pobreza deixou de ser uma realidade invisível e passou a fazer parte da paisagem
cotidiana do Distrito Federal.
As mães trabalhadoras enfrentam enormes dificuldades para encontrar vagas em
creches públicas, sendo obrigadas, muitas vezes, a abandonar o emprego, recorrer
a familiares ou deixar os filhos sob cuidados precários. Enquanto isso, milhares de
jovens convivem com a falta de oportunidades de estudo, trabalho, cultura e esporte,
alimentando um ciclo permanente de exclusão social.
Essa realidade não é consequência do acaso. É resultado do sistema capitalista de
produção, onde uns poucos se apropriam de toda a riqueza produzida coletivamente
na sociedade. Enquanto os ricaços vivem esbanjando em festas à beira do lago
Paranoá, o povo sofre com a ausência de políticas públicas capazes de garantir
emprego digno, moradia, educação, saúde e assistência social para toda a
população. Enquanto uma pequena parcela desfruta de todos os benefícios da
cidade, milhares de famílias seguem privadas dos direitos mais básicos garantidos
pela Constituição.
CAOS NA SAÚDE DEIXA O POVO MORRENDO NAS FILAS
A saúde pública do Distrito Federal vive uma crise que afeta diariamente milhares de
famílias. A realidade do povo continua sendo marcada por hospitais superlotados,
longas filas por consultas, exames e cirurgias, falta de profissionais e dificuldades
para conseguir leitos de internação. Neste momento, 1 milhão e 197 mil pessoas
estão esperando para realizar simples exames ou consultas4. A longa espera é a
realidade enfrentada por muitas pessoas que adoecem, sofrem e morrem sem
conseguir um tratamento adequado.
Essa situação ocorre por uma decisão política do governo de Ibaneis e Celina, que
3 https://oglobo.globo.com/politica/noticia/2024/07/03/flavio-bolsonaro-quita-mansao-de-r-597-milhoes-
27-anos-antes-do-previsto.ghtml acesso em 10/09/2026 19h13min
4 https://www.mpdft.mp.br/acompanhamento-sus-df/ acesso em 09/07/2026 19h18min
10
deixam a administração da saúde no DF por conta da iniciativa privada através do
IGESDF e não garantem infraestrutura e mão de obra suficientes para garantir o
atendimento à população. De fato, faltam 4.800 médicos, 1.600 enfermeiros, 5 mil
técnicos de enfermagem e mais de 25 mil profissionais de saúde no geral.
É necessário ampliar o investimento direto no SUS, acabar com o IGESDF e realizar
concursos públicos para recompor o quadro de servidores, fortalecer a atenção
básica, reduzir as filas por consultas e cirurgias, ampliar a capacidade hospitalar e
garantir uma gestão transparente dos recursos públicos. A saúde deve ser tratada
como um direito fundamental da população, e não como um serviço submetido à
lógica do lucro.
A FARRA COM O DINHEIRO DO POVO
O caso Banco Master colocou o Distrito Federal no centro de uma grave crise
envolvendo a gestão do BRB. Segundo investigações do Ministério Público Federal,
entre julho de 2024 e outubro de 2025 o BRB realizou operações que somaram
R$ 16,7 bilhões (mais do que o orçamento para saúde e educação5) com o Banco
Master. As apurações apontam que essas operações chegaram a representar cerca
de 30% dos ativos do BRB, levantando questionamentos sobre a exposição do
patrimônio público, a transparência das decisões e os mecanismos de controle.
As operações ocorreram durante o governo Ibaneis Rocha e continuaram sendo
objeto de debate público na gestão de Celina Leão. Diante disso, ambos são alvo de
cobranças por responsabilidade política quanto à condução da estratégia do BRB e
à prestação de esclarecimentos à sociedade. Assim, fica claro que o Estado
capitalista é, de fato, um balcão de negócios para favorecer os ricos. Ibaneis e
Celina são, na realidade Robin Hood ao contrário, tiram dos pobres para dar aos
ricos.
Por isso, a Unidade Popular defende o controle estatal e popular do sistema
financeiro como forma de ampliar a transparência na gestão dos recursos públicos e
garantir que as riquezas da sociedade estejam voltadas ao financiamento do
desenvolvimento social, da geração de empregos e da melhoria das condições de
vida da população, e não à realização de operações que possam colocar em risco o
patrimônio do povo. Para acabar com a sangria do dinheiro público é necessário dar
punição exemplar com prisão e confisco dos bens de todos os envolvidos com caso
de corrupção.
5 Portal da transparência DF
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UM PROGRAMA POPULAR E SOCIALISTA POR UM DISTRITO FEDERAL PARA
A CLASSE TRABALHADORA
Nossa candidatura nasce do seio da classe trabalhadora, da luta e resistência
popular. O Distrito Federal somente poderá superar suas profundas desigualdades
quando o povo trabalhador que construiu esta cidade passar a governá-la
efetivamente. É necessário romper com um modelo capitalista que privilegia poucos
e condena a maioria da população à precariedade, ao endividamento, à insegurança
e à exclusão dos espaços de decisão política.
Samara Mineiro é uma trabalhadora que sente na pele a exploração e os problemas
vividos pelo povo. Por isso, a Unidade Popular apresenta o seu nome para
representar um Programa de Governo Popular para o Distrito Federal:
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PROPOSTAS DA UP PARA TRANSFORMAR DISTRITO FEDERAL
I. Economia, Administração Pública e Trabalho para o Povo
1. Auditoria e Controle Popular do BRB: Realizar auditoria imediata nas
operações do Banco de Brasília, especialmente em casos de exposição de
ativos a bancos privados (como o caso Banco Master), adotando medidas de
controle social sobre a gestão financeira para garantir que o patrimônio
público não seja usado para favorecer elites. Garantir que a administração do
BRB seja 100% estatal.
2. Revisão do acordo do GDF com o Fundo Garantidor de Crédito: Auditoria
e revisão do empréstimo estabelecido entre o GDF e o FGC para salvar o
BRB que irá comprometer o acesso da população do DF a direitos básicos
como saúde, educação, transporte, entre outros.
3. Auditoria da Dívida Pública do DF: Revisão dos contratos financeiros que
sangram o orçamento para enriquecer bancos. Rompimento de todos os
contratos que o GDF firmou com o Estado genocida de Israel.
4. Recomposição do quadro de funcionários do Governo do Distrito
Federal: realização de concursos públicos em todas as áreas que possuem
déficit de funcionários, priorizando saúde e educação.
5. Plano de Reestatização: Anulação das privatizações da CEB, Rodoviária do
Plano Piloto e demais empresas e patrimônios públicos.
6. Gestão Operária das Estatais: Eleição direta de dirigentes pelas categorias
de trabalhadores de cada empresa pública, que funcionarão em modelo de
autogestão, gozando de autonomia orçamentária e rígida fiscalização do uso
dos recursos públicos para que não sejam indevidamente repassados ao
interesse privado.
7. Corte Radical de Cargos Comissionados: Realização de novos concursos
públicos e redução de no mínimo 30% das indicações políticas, privilegiando
servidores de carreira.
8. Democracia nas Administrações Regionais: Alteração da Lei Orgânica do
Distrito Federal para possibilitar o fim do uso das RAs como moeda de troca
política com a CLDF. Eleição quadrienal dos administradores de cada RA e
criação de Comitês de Orçamento Participativo para definição sobre as
prioridades de investimento nas RAs.
9. Conselho de Entidades: Criação de órgão consultivo e deliberativo com
movimentos sociais para nortear o planejamento do DF.
10.Rompimento com o Estado Ilegítimo de Israel: Rescisão de todos os
contratos firmados entre o GDF e o Estado Ilegítimo de Israel. Nossa cidade
não será mais cúmplice do genocídio dos povos palestino, sírio e libanês.
11.Programa Renda Básica Permanente: Garantia de R$ 600 mensais para
famílias no CADÚnico com renda per capita de até meio salário mínimo,
dobrando o valor para mães solo.
12.Frentes Emergenciais de Trabalho: Contratação direta pelo Estado para
obras de saneamento e urbanização em áreas vulneráveis, combatendo o
desemprego.
10
13.Salário Mínimo Regional: Estabelecer um aumento de 100% do valor do
salário mínimo nacional atual.
14.Rede de Lavanderias e Ampliação dos Restaurantes Comunitários:
Construção de uma rede de lavanderias públicas e ampliação dos
restaurantes comunitários, socializando o trabalho doméstico, para atender a
população trabalhadora e do Entorno.
15.Auditoria e Cobrança dos Grandes Devedores: Fim dos convênios de
isenção do ICMS para grandes empresas e cobrança rigorosa da dívida ativa
16.Fim da Perseguição aos Camelôs: Regularização do comércio popular no
metrô e rodoviária, integrando-os à economia social
17.Ampliação da Rede do SUAS com criação de albergues: Expansão do
atendimento digno à população sem-teto com higiene e alimentação em
imóveis abandonados pelo próprio GDF
18.Qualidade de Vida e Trabalho aos Trabalhadores de Aplicativo: Instalar
em todas as Regiões Administrativas (RAs) centros de apoio com
infraestrutura básica (banheiros, água potável, área de descanso e
carregamento de veículos elétricos) para motoristas e entregadores. Fornecer
assessoria técnica e jurídica para que motoristas e entregadores se
organizem de forma autogestionada, superando a subordinação algorítmica
II. Saúde
19.Fim do IGESDF e da Tabela SUS Candanga: Retomada da administração
direta de todos os hospitais públicos pelo Estado e eliminação dos repasses
emergenciais do SUS para hospitais e clínicas privadas.
20.Concursos Públicos Massivos: Recomposição do quadro com médicos,
enfermeiros e técnicos, farmacêuticos, psicólogos, terapeutas ocupacionais,
entre outros profissionais, para zerar as filas de espera
21.Laboratório Farmacêutico Público: Criação do Laboratório Farmacêutico
Público do Distrito Federal para produzir medicamentos, insumos estratégicos
e produtos para o SUS, em articulação com a Fiocruz Brasília, a Universidade
de Brasília (UnB), o Instituto Federal de Brasília (IFB) e outras instituições
públicas de pesquisa, garantindo o abastecimento da rede pública e
ampliando o acesso da população a medicamentos de baixo custo.
22.Universalização do Saneamento: Garantia de água tratada e esgoto em
100% das ARIS e áreas rurais
23.Estratégia Saúde da Família 100%: Cobertura total de agentes comunitários
em áreas com déficit de serviços públicos, priorizando a atenção básica e a
saúde da família
24.Saúde Mental Comunitária: Expansão da rede de CAPS e fim da lógica
manicomial em hospitais psiquiátricos e comunidades terapêuticas
25.Centros de Reabilitação para Acidentados: Atendimento especializado
para trabalhadores vítimas de acidentes laborais ou LER/DORT
III. Direito à Cidade (Habitação, Transporte e Acessibilidade)
10
26.Reforma Urbana Radical: A cidade deve estar voltada para quem nela
trabalha. Ataque ao déficit habitacional com a destinação de imóveis e
terrenos públicos/privados ociosos ou que devam ser executados por acúmulo
de dívida fiscal para moradia popular, e indexação de reajustes de aluguéis ao
IGP-M, que serão fiscalizados por setor próprio da SEDUH. Estabelecer uma
política de tributação progressiva do IPTU e regulamentar em Lei Distrital
finalidade social para o mesmo.
27.Criação de empresa pública de transporte: Criação de uma empresa
pública para o transporte no DF, que concentre o orçamento desse setor, com
a implementação gradual do transporte gratuito para toda a população do DF
e Entorno
28.Fortalecimento do metrô público: ampliar a malha metroviária para todo o
Distrito Federal, garantindo, ao mesmo tempo, a modernização das estações,
com manutenção permanente, acessibilidade universal e infraestrutura
adequada para todos os usuários.
29.Mutirões de Autogestão Habitacional: Financiamento público para que o
povo construa suas próprias casas com assessoria técnica
30.Regularização Fundiária Social: Escrituração gratuita de vilas e bairros
populares historicamente marginalizados
IV. Segurança Pública
31.Desmilitarização da Polícia: Transição para o policiamento de ciclo completo,
com carreira única e civil, rompendo com o paradigma herdado pela Ditadura
fascista Empresarial-Militar
32.Câmeras nos Uniformes: Implementação imediata e obrigatória do
monitoramento das ações policiais para coibir abusos dos agentes fardados
sobre a população
33.Reforma Prisional Radical: Descentralização do sistema prisional para
Centros Macrorregionais de Ressocialização e Detenção Provisória.
34.Reformular os atuais Conselhos Comunitários de Segurança (CONSEGs):
democratizar sua composição e ampliar suas atribuições para que se
transformem em Assembleias Populares de Segurança, com participação de
moradores, movimentos populares, organizações comunitárias, servidores
públicos e representantes da sociedade civil, todos com direito a voz e voto na
definição, fiscalização e acompanhamento das políticas de segurança pública.
35.Ouvidoria Única Independente: Órgão externo para fiscalizar a conduta de
policiais e bombeiros com participação popular
V. Educação
36.Extinção da militarização na educação básica: Retirada imediata da PM da
gestão pedagógica e administrativa da rede básica de ensino, dando fim ao
projeto das escolas cívico-militares
37.Ampliação de vagas em creches: Construção de novas creches, públicas,
para que se possa ao longo dos 4 anos de governo ter o fim da fila para
crianças de 0 a 3 anos.
10
38.Fim da superlotação das escolas: Construção de novas escolas em todas
as Regiões Administrativas do DF, além da reforma das escolas já existentes,
garantido um espaço adequado para formação integral das crianças e
adolescentes do Distrito Federal.
39.Educação Integral: Formulação de um programa de educação integral em
toda a educação básica do Distrito Federal com a garantia das disciplinas
básicas já presentes no currículo em movimento, mais a inclusão de
formações nas áreas de cultura, esporte e lazer.
40.Fim da Precarização Docente: Recomposição imediata do quadro de
servidores da Secretaria de Educação do Distrito Federal com a contratação
de professores(as), orientadores(as) educacionais, psicólogos(as), e todos os
demais servidores necessários para a garantia de uma educação pública,
gratuita e de qualidade.
41.Acesso e permanência estudantil: Criação da Política Distrital de Auxílio-
permanência Estudantil para estudantes da Educação Básica, incluindo a
Educação de Jovens e Adultos, e também do Ensino Superior. Construção de
alojamentos estudantis nas proximidades das escolas técnicas e
universidades públicas.
42.Reestruturação da Universidade Distrital (UnDF): Expansão de campi,
ampliação das políticas de permanência estudantil e oferta de cursos voltados
às necessidades locais
43.Bibliotecas Públicas em Todas as RAs: Es

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Arquivo dentro do pacote: 2026DF70002537111_01.pdf

Redes sociais declaradas

Endereços informados pelo próprio candidato no registro da candidatura. O TSE não verifica esses links, e este site também não — podem estar desatualizados ou fora do ar.

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Mais votados nesta disputa

Comparativo: Governador em 2026 (DF)

CELINA LEÃO
1º
CELINA LEÃO PP
825.530 votos
LEANDRO GRASS
2º
LEANDRO GRASS PT
569.930 votos
PAULA BELMONTE
3º
PAULA BELMONTE PSDB
140.765 votos
KIKO CAPUTO
4º
KIKO CAPUTO NOVO
72.148 votos
CAPPELLI
5º
CAPPELLI PSB
36.828 votos
PROFESSOR ROBSON
6º
PROFESSOR ROBSON PSTU
1.640 votos
ELISSON
7º
ELISSON AGIR
1.172 votos
RICO PINHEIRO
8º
RICO PINHEIRO PRTB
671 votos
EXPEDITO MENDONÇA
9º
EXPEDITO MENDONÇA PCO
595 votos

Origem dos dados desta página

Todo número aqui vem de uma base pública, e cada uma tem sua própria data de atualização. Se algum dado parecer ausente ou estranho, consulte a fonte — o link leva ao órgão que a publica.

Tribunal Superior Eleitoral — Dados Abertos
Candidaturas, votação apurada, bens declarados, despesas de campanha, coligações, redes sociais, propostas de governo, cassações e situação do registro
Câmara dos Deputados — Dados Abertos
Projetos apresentados, comissões, votações nominais, presença em sessões e cota parlamentar
Senado Federal — Dados Abertos
Projetos, comissões, votações e cota do exercício parlamentar
Tribunal de Contas da União
Responsáveis inabilitados para cargo em comissão ou função de confiança
Controladoria-Geral da União — Portal da Transparência
Cadastro de empresas e pessoas inidôneas e suspensas de licitar (CEIS)
Ranking dos Políticos (ONG independente)
Nota do Conselho de Leis e selo de Parlamentar Premiado — opinião de terceiro, não dado oficial